quinta-feira, 10 de março de 2016

REVELADO A CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER: PREVINA-SE!!! Beba a melhor água alcalina!

SEJA BEM VINDO 

Assista o vídeo!


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Antes de falar do câncer, temos que falar das causas precursoras dos males da saúde, os radicais livres.

                       PONHA SAÚDE NO SEU CORPO!

   Nossa alimentação em geral tem uma tendência a ser ácida, inclusive a água. Além disso as reações metabólicas resultante da queima de energia, acidificam o organismo. Com o passar da idade ocorre a acidificação do corpo. A acidificação implica num processo deletério nas células e tecidos do corpo causado pela ação dos radicais livres. Os radicais livres são responsáveis por algumas patologias, incluindo as neurodegenerativas, as cardiovasculares, o câncer, e o envelhecimento precoce.

   Os radicais livres são altamente reativos por possuírem elétrons desemparelhados na orbita externa. Os antioxidantes alcalinos tem a propriedade de serem doadores imediatos de elétrons, Por esta razão, os antioxidantes são importantes para neutralizar o estresse oxidativo, causado pelo desequilíbrio entre os níveis baixos de antioxidantes, e a excessiva produção de oxidantes da atividade metabólica e das doenças, com efeito danosos às células, redução progressiva da capacidade funcional e aumento dos riscos de doenças. 

   Até 70% do nosso corpo é água, então o equilíbrio ácido/base do sangue, ossos e tecidos, redução dos radicais livres, é facilitado com o consumo de água alcalina com sais minerais, junto com uma dieta balanceada e prática de exercícios físicos. Água alcalina tem sabor leve, hidrata muito mais que água comum, e favorece a digestão, e o aumento de energia para o corpo.

Águas minerais de Belém estão ácidas, impróprias para consumo.


São nossos rins os filtros do corpo, eliminando as toxinas ácidas. Porém o estresse oxidativo progressivo e constante tem levado a perda da função renal de muitos!


 Apresento o primeiro e único purificador ionizante que adiciona preciosos minerais com poder alcalinizante do nosso organismo na água: Preciosos para nossa saúde!


                          Bebedouro gelágua não incluso. Foto meramente ilustrativa
  
A MELHOR ÁGUA DO MUNDO NO COPO!



Características:
        
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  •  Benefícios: 
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  •  Auxilia na preservação das funções orgânicas do corpo.
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  •    Preserva a massa óssea e a massa magra, que se perdem com o passar da idade. Aumenta o poder cognitivo, auxilia na prevenção e tratamento do Alzheimer e outras demência, auxilia na prevenção das doenças renais como cálculos e litíases, protege os rins contra os efeitos nocivos da acidose. 
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  •   Melhora o terreno biológico. Vírus e bactérias patogênicos multiplicam-se no meio ambiente ácido do corpo, sobrecarregando os anticorpos. Até 70% do nosso corpo é água, troque a água ácida por água alcalina.
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  • Auxilia na prevenção e tratamento do câncer, preserva as reservas alcalinas dos ossos, prevenindo e tratando osteoporose. Aumenta a imunidade, melhora a circulação do sangue. Melhora o funcionamento do intestino, acabe com a prisão de ventre, que é a causa de muitas intoxicações e enfermidades, inclusive do câncer de cólon.

  •     Única que adiciona Magnésio, o mineral da vida. É o mineral mais importante, responsável por mais de trezentos processos enzimáticos, por mais de quatrocentas reações metabólicas documentadas, porém é o menos consumido na dieta do brasileiro. Sua ação trata enxaquecas, relaxa o sistema vascular prevenindo AVC, mantém sob controle a pressão arterial, aumenta a produção da serotonina, aumenta a oxigenação do sangue, melhora as reações metabólicas. Promove a produção da insulina e absorção da glicose. Melhora a saúde do coração, importante para quem tem arritmia.
  •    Oxi redução: Água alcalinizante é um poderoso antioxidante. Combate o envelhecimento e seus efeitos reduzindo os nocivos radicais livres pela propriedade ORP negativo. Neutraliza ou diminuir os radicais livres originados da alimentação acídica ou processo metabólico, que danificam as células do nosso corpo e enfraquece o sistema imunológico. O processo natural para corrigir a acidez causa muito desgaste ao organismo, gerando esgotamento do corpo e doenças. Água alcalinizante elimina o stress e o sacrifício do corpo para remover a acidose, e manter o balanço natural do Ph do sangue, órgãos e tecidos.
  • ·       Tensão superficial: Maior poder de hidratação, é mais fácil para as células absorverem água alcalina, graças a sua estrutura molecular. Promove uma melhor nutrição e oxigenação celular e remove as toxinas das células.
  • ·      Condutibilidade elétrica: Os minerais permitem os estímulos elétricos com aumento da energia física e mental, melhorando o desempenho do trabalho muscular, inclusive cardíaco, importante para quem é atleta. Exerce controle sobre o ácido lático, eliminando câimbra. 
  •    Água fitness. Elimina o stress oxidativo causado pela intensa atividade metabólica do exercício físico. Fonte de energia: Repões os sais minerais e aumenta a hidratação e oxigenação muscular.
  • ·    PH 9 (alcalino):  Rico em elétrons, a fonte de energia do nosso o organismo. 
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       Apenas água alcalina com poder alcalinizante pode equilibrar a relação ácido/base do organismo, ajudando a manter sem sacrifícios o pH natural do sangue no seu nível alcalino entre 7,35-7,45. O equilíbrio ácido/base no sangue é fundamental para correção metabólica e absorção correta dos nutrientes, inclusive a medicação para produzir seus efeitos terapêuticos esperados, deve atuar num terreno biológico com ph em equilíbrio.

  •    Adiciona potássio e Cálcio, melhorando a saúde muscular e cardíaca, mantendo sob controle a pressão arterial.
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  •    Estimula a produção do HCL (ácido clorídrico) do estômago, necessário para a digestão, que diminui com o passar da idade e consumo de alimentos industrializados. Previne e auxilia na cura das doenças gástricas, como refluxo, úlceras, gastrite, melhora a digestão, acaba com a azia. 

  •  Única com certificação máxima de pureza "Classe A" do INMETRO em conformidade com a nova NBR 16098 para tratamento domiciliar final da água .

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    Água pura sem agentes químicos, biológicos e sedimentos. Aumenta o vigor físico e mental!

  Porque os elétrons são a fonte de energia natural!

    Veja a ação dos radicais oxidantes na palha de aço no meio ácido. Na esquerda a palha esta na água comum de beber (ácida), na direita esta na água alcalina (antioxidante).
     

    Um dia depois a palha de aço no meio ácido enferrujou ou perdeu mais elétrons  que a palha de aço no meio alcalino.
 O processo do envelhecimento humano pode ser retardado com uma alimentação e hidratação mais alcalina (pH acima de 7)!
       A Saúde Começa Pela Água, porque até 70% do nosso corpo é água e as importantes reações químicas em nossas células depende da água. Portanto, uma água inadequada determina doenças.       


               Os importantes magnésio e potássio, estão a faltar na dieta do Brasileiro, causando enfermidades. Você pode ter um filtro ionizante que repõe estes sais minerais no seu organismo.

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     Índice

   1- O que é meio alcalino e ácido

         1.1 Ácido vs. Alcalino
         1.2 A vida celular
         1.3 Minerais e emoções
         1.4 Ácido Clorídrico
         1.5 Sistema Tampão
         1.6 A acidificação do organismo
         1.7 Patologias e disfunções ácidas
         1.8 Alimentos acidificantes
         1.9 Alimentos alcalinos

    2 - A causa primária do câncer

    3 - A água perdeu a sua pureza : Cloro e Flúor
   
    4 - Água mineral engarrafada e seu problema de potabilidade.
     
    5 - O mau radical livre da água ácida.

    6 - Existe uma solução. Ionize a sua água.

    6.1 - Preço, ganhe um brinde.
       
     6.2 - Imagem da Loja.


1 - O que é meio alcalino e ácido e como essa relação repercute no meio ambiente do sangue e das células?



   O fisiologista francês Dr. Alexis Carrel, ganhador de prêmio Nobel de medicina em 1912, conseguiu manter com vida, por 28 anos, uma cultura de células cardíacas de um embrião de galinha. E como?  Trocando a água diariamente e conservando-as banhadas em um fluido ligeiramente alcalino até o dia em que resolver parar com o experimento.
    Concluiu o referido Dr. que a vida celular saudável depende basicamente em propiciar um adequado equilíbrio ácido/base dos líquidos ao seu redor. Este equilíbrio é prejudicado por fatores psicológicos adversos, alimentação industrializada em excesso, stress ou o que quer que seja, devido aos resíduos ácidos nocivos por serem extremamente oxidantes. Estes fatores associados a causas naturais como respiração, reações metabólicas como a queima de energia, e digestão por exemplo, também produzem radicais livres ruins, que causam lesão e envelhecimento das células. A acidose crônica tem que ser reconhecido e tratado como o verdadeiro vilão do envelhecimento e das doenças degenerativas.


1.1 ÁCIDO x ALCALINO

    Quando optamos pela preservação, prevenção e revitalização da saúde física, equilíbrio emocional e potência mental com o objetivo de usufruirmos o máximo da nossa condição humana, é fundamental que nos conscientizemos de que, por mais impossível que possa parecer, tudo isso depende, diretamente, da qualidade de vida de nossas células – a qual, por sua vez, reflete a diferença do potencial de hidrogênio (pH) entre os líquidos intra e extra celulares. Lembro que nosso sangue é levemente alcalino, e até 70% do nosso corpo é água.
    Classifica-se como alcalina qualquer substância composta por moléculas que tenham excesso de elétrons (em relação aos prótons) na última camada eletrônica, ou qualquer movimento físico, atitude mental e emoção/sentimento cujo resultado metabólico disponibilize um superávit de elétrons, armazenados no organismo como resíduos alcalinos. As substâncias alcalinas possuem carga negativa por serem doadores de elétrons nas ligações químicas para adquirirem estabilidade, Isto é alcançado com 8 elétrons na última camada eletrônica. 
                 
    Ácidos são qualquer meio composto por prótons, moléculas subatômicas com carga positiva, ou seja, são receptores de elétrons. O equilíbrio ácido base depende do parelhamento entre íons (qualquer molécula com capacidade para ceder ou atrair elétrons) de cargas opostas para que ocorra um movimento elétrico para produzir energia. Por exemplo as reações químicas que resultam na queima de energia do corpo produzem um lixo químico chamado de radicais livres, que formam um meio ácido que pode ser nocivo às células do corpo.

   Não entendeu? Simplifico:

   Meio ácido é pobre em elétrons. Precisa deles.

  Meio alcalino é abundante em elétrons, a fonte da energia.
             
        

    

     O radical livre desaparece quando adquire estabilidade com 8 elétrons na última camada eletrônica. Em nosso corpo os radicais livres lesionam às células, causando envelhecimento precoce e até o câncer.

 

1.2 A VIDA CELULAR

   
   A qualidade de vida de uma célula está diretamente relacionada à diferença de potencial entre os líquidos intra e extracelulares. É essa diferença que faz com que a célula pulse, viva! O líquido interno precisa conservar uma carga ligeiramente positiva, isto é, com o pH ácido. O líquido extracelular, no qual a célula está mergulhada, por outro lado, tem que ser mantido negativamente polarizado, isto é, com o pH ligeiramente alcalino.
    Qualquer diminuição na diferença entre as cargas bioelétricas desses dois líquidos refletir-se-á na desaceleração da pulsação celular. E células desvitalizadas são sinônimo de células envelhecidas.
    O mecanismo mais comum para que isso ocorra é a acidificação dos líquidos extracelulares, que variam rapidamente de acordo com o que acabamos de ingerir. Açúcar e farinha branca, frituras em óleos ranços, alimentos aditivados pelo progresso industrial, bebidas gasosas etc., enfim, tudo aquilo que já conhecemos como alimentos de natureza bioestática e biocida, são os grandes protagonistas desse quadro onde as células mortas, igualmente acidificantes, só tendem a acelerar ainda mais o processo do envelhecimento. Pelo tempo que esse ciclo vicioso estiver em vigor, o organismo manter-se-á sob padrões de degenerescência orgânica.


1.3 MINERAIS & EMOÇÕES

    Os minerais são os mais potentes ionizadores (íons - moléculas que parelham entre si para doar ou receber elétrons) dos nossos líquidos corpóreos, onde funcionam como marca-passos para a manutenção da pulsação celular.
    Cálcio, zinco, ferro, magnésio, sódio, potássio e manganês são fortes alcalinizantes e atuam como elementos energizantes e neutralizadores, com uma boa carga negativa pronta a ser liberada.

   Fósforo, súlfur (enxofre), cloro, iodo, bromo, flúor, cobre e sílica são poderosos acidificantes do bem, com excesso de íons positivos indispensáveis à otimização dos líquidos da saliva bucal, do ácido clorídrico estomacal, do ácido docosahexaenóico (DHA) cerebral etc., assim como para o perfeito desempenho das funções dos líquidos intracelular.
    Semelhantes aos minerais, as emoções, os sentimentos, a agilização ou quietude mental ou física, também têm potencial para alcalinizar ou acidificar partes do organismo em questão de frações de segundos.
    Os problemas aparecem quando entramos na ciranda da simpaticotonia, que sempre funciona nos dois sentidos, do estresse tendendo a acidificar o sangue, e da acidificação do sangue gerando o estresse. As glândulas, hipersensíveis às variações do pH, estão sempre espelhando as variações iônicas por meio da liberação de hormônios que, por sua vez, condicionam o humor, as emoções, os sentimentos etc., que dão o tom à vida, voltando a interagir com o próprio campo eletromagnético que os gerou.
   Um organismo acidificado tende a manifestar sentimentos, emoções e reações ácidas? O estresse, a raiva, a inveja, a ansiedade, o ciúme, os julgamentos, os exercícios extenuantes, as competições, o calor, a secura etc., também induzem à acidificação do organismo em questão de segundos. Do mesmo modo, é comum ao organismo devidamente alcalinizado compartilhar frequências, sentimentos e emoções prazerosos, enquanto que um estado meditativo ou de oração, a vivência do amor, do bem, do belo, da verdade, do prazer, da compaixão, do yoga, do frio, da umidade etc., são alimentos de grande potencial alcalinizante.

      Magnésio

   É um nutriente essencial para a vida, pois controla 18 outros minerais, como cálcio e o potássio e tem participação de cerca de 407 funções bioquímicas e metabólicas documentadas.

   Pesquisas científicas têm demonstrado que, mesmo variações mínimas da concentração do magnésio nas células podem afetar o metabolismo, o crescimento e a proliferação celular. O magnésio é muito importante no trabalho da contração muscular, no aumento da produção de energia ou ATP (Trifosfato de Adenosina), além de evitar cãimbras.

   A fonte natural de magnésio são os alimentos, notadamente as folhas verdes (a clorofila tem como base o magnésio), os cereais integrais, os frutos do mar, as frutas oleaginosas, as leguminosas, as sementes, os cereais. No entanto o solo brasileiro, por ser antigo, é pobre em magnésio, por este motivo os alimentos apresentam menor carga do mineral. É recomendável beber uma água com este mineral como as alcalinas.                 
           

1.4 O ÁCIDO CLORÍDRICO

    O ácido clorídrico (HCl) é o único ácido forte produzido pelo próprio organismo em condições normais. Protagonista número um do início de uma boa digestão, é por meio da sua propriedade extremamente corrosiva que o bolo alimentar recebe o seu último cozimento, no qual qualquer microrganismo é extinto e qualquer incompatibilidade alimentar é equalizada. Se ele falhar, todo o processo digestivo fica comprometido. Apesar de se dizer que a partir dos 25 anos o ácido clorídrico começa a enfraquecer, sua deficiência já está sendo detectada em inúmeros indivíduos mais jovens, muito provavelmente em decorrência da qualidade da alimentação moderna. Todos os outros ácidos nocivos encontrados no organismo são frutos do metabolismo do que ingerimos (alimentos, fumo, drogas, medicamentos etc.), do estresse (muscular, emocional, mental etc.) ou ainda da energia que nos é transmitida do meio ambiente (zonas geopáticas, radiação, poluição etc.).

1.5 SISTEMAS TAMPÃO


    Para que o pH do sangue seja mantido dentro dos seus limites, contamos com inúmeros sistemas de proteção conhecidos como sistemas tampão – mecanismo pelo qual o organismo consegue absorver ou neutralizar os resíduos ácidos que a corrente sanguínea não tem mais condição de acumular, e que os pulmões ou os rins, por incapacidade ou sobrecarga, encontram-se sem condições de eliminar.

   Quando utilizamos os tecidos conjuntivos como esponjas metabólicas? O lixo ácido é acumulado ao nível do colágeno. E se esse padrão não for interrompido, a estrutura coloidal dos tecidos tende a se transformar num gel cada vez mais espesso, que acaba se solidificando e provocando deformações estruturais.
    Para neutralizar uma acidez do pH sanguíneo, o organismo tende a utilizar-se do fosfato de cálcio sob a forma mineral da hidroxiapatite, poderoso alcalinizante que estocamos em abundância nos ossos. Este, quando em meio ácido, se dissolve rapidamente e deságua na corrente sanguínea até que o pH do sangue volte ao normal. Assim, em detrimento da densidade óssea, a possibilidade de um colapso metabólico é neutralizada.
    Pelo que acaba de ser exposto, e pelo que ainda virá a ser dito, urge que seja amplamente divulgada, como um serviço educacional de saúde pública, a informação de que a acidez da corrente sanguínea com todas as suas consequências patológicas não é castigo de Deus, nem tampouco um jogo de sorte ou azar. Ela é simplesmente o reflexo da qualidade dos alimentos ingeridos, da Inter relação do organismo com o meio ambiente que frequenta e das atitudes mentais geradas pelo Ser.

1.6 A ACIDIFICAÇÃO DO ORGANISMO


    Rins e pulmões são os mais importantes portais de eliminação do lixo ácido. Os ácidos voláteis ou fracos, oriundos do metabolismo das proteínas de origem vegetal, são mais fáceis de serem normalmente eliminados pelos pulmões. Entretanto, a eliminação dos ácidos fortes, derivados do metabolismo das proteínas animais e elementos químicos, é restringida pelas limitações dos rins.


   Desde que os ácidos sejam passíveis de ser naturalmente eliminados, a boa saúde do organismo não está ameaçada. Mas, se começamos a somar a ausência de vitaminas e sais minerais, dos quais depende a eficácia das enzimas digestivas e do ácido clorídrico, ao excesso de consumo de proteínas, logo começaremos a viver nos limites do perigo. E se a esse quadro adicionarmos uma corrente sanguínea constantemente sobrecarregada de resíduos ácidos, e mais rins e pulmões inadimplentes, aí sim, passamos a conviver com processos de degenerescência gritantes.

    No caso de um excesso de proteínas animais vir a acionar o sistema tampão dos tecidos conjuntivos, os resíduos ácidos resultantes do seu metabolismo irão se fixar ao nível do colágeno, proteína responsável pela sustentação, respiração, nutrição e hidratação de todas as células e tecidos do corpo. E aí aguardarão até que a corrente sanguínea volte a se alcalinizar, ao trocar seu processo de acidificação diurna, resultante dos mecanismos de assimilação e estocagem, pelo de eliminação e revitalização noturna, para alcançarem os rins e serem eliminados.

    Apesar de ser fácil e bastante comum a medição do pH da urina e da saliva, o resultado desses exames nos revela unicamente a quantidade do lixo ácido flutuante naquele determinado momento. Por isso, é comum que pessoas que sofrem dos mais diferentes tipos de dor ou mal estar recebam laudos laboratoriais atestando um estado de saúde perfeito ou quase perfeito.


   Na ausência de uma metodologia científica adequada, só dispomos de uma lista de sintomas já relacionados ao excesso de acidez, além de também podermos ter certeza da sua presença sempre que temos febre, uma dor ou uma inflamação localizada.

1.7 PATOLOGIAS E DISFUNÇÕES ÁCIDAS 

     As origens das patologias e dos desequilíbrios abaixo relacionadas podem ser múltiplas, porém todos apresentam como denominador comum um alto grau de acidez.
    Acne, Alergia, Artrite, Asma cardíaca, Bronquite crônica, Cãibra, Cáries, Diabetes, Disfunções hepato-vesiculares, Disfunções renais e urinárias, Dores musculares, Eczemas secos, Enxaquecas, Espasmos, Estado de espírito agitado, Exaustão, Fadiga matinal, Fibromialgia, Fome excessiva, Fraqueza, Gases, Gastrite, Gengivite, Gota, Hiperglicemia diabética, Hipertireoidismo, Infecções em geral, Infertilidade, Inflamação péptica, Leucemia, Leucorréia, Língua carregada de mucos (principalmente na parte posterior), Lombalgia, Mãos úmidas e frias, Mau hálito, Mau humor, Osteoporose, Paradontose, Pele grossa (principalmente no rosto), Perturbação do apetite, Perturbação do sono (principalmente entre1 e 3 horas da manhã), Prisão de Ventre, Problemas articulares, Problemas cardiovasculares, Problemas da menopausa, Problemas de concentração, Problemas de gravidez, Problemas de memória, Problemas de circulação (hipotenia), Problemas nos músculos, tendões e ligamentos, Queda de cabelos, Raiva, Reumatismo, Sensação de estômago cheio, Síndrome do pânico, Suores excessivos, Tensão pré-menstrual, Tensões musculares, Transpiração nos pés, Úlceras gástricas e duodenais.

       

1.8 ALIMENTOS ACIDIFICANTES


    Os alimentos acidificantes , especialmente os industrializados, são aqueles que, por produzirem fortes ácidos, vão sempre se utilizar das reservas alcalinas do organismo, sobretudo na ausência de enzimas próprias ao metabolismo do alimento, ou de reservas alcalinas oriundas de outros alimentos e/ou suplementos alcalinizantes.


                             

  Apesar dos alimentos proteicos serem os primeiros apontados como poderosos acidificantes, com exceção do painço, trigo sarraceno ou mourisco, amaranto, quinoa e dos grãos germinados, a maioria dos cereais, integrais ou não, também acidificam o organismo.
    Generalizando, os proteicos nutrem a forma, enquanto os carboidratos complexos sob a forma dos cereais (cuja forma ainda não tenha sido desintegrada até a hora do seu preparo) e as sementes nutrem o sistema nervoso e a memória genética. Portanto, a questão que se impõe não é a de abandoná-los, mas de aprender a manipulá-los e escolhê-los segundo a compatibilidade (constituição, condição, atividade, localização geográfica, estação do ano etc.) de cada Ser, assim como de neutralizar essa acidez com frutas e vegetais, levando igualmente em consideração tudo que acaba de ser citado.
   A acidez das leguminosas e cereais, por exemplo, é amenizada quando são deixados de molho em água a fermentar. No caso particular do arroz e trigo integrais é fundamental que a enzima fitase tenha tempo de ser induzida à ação e metabolize o ácido fítico, que se concentra na película externa, e é um dos maiores ladrões dos minerais alcalinos, ou seja, cálcio, zinco, ferro e magnésio.
   A influência do meio ambiente não deve ser negligenciada, porque assim como os climas quentes e secos induzem a uma acidificação orgânica, os climas frios e úmidos alcalinizam. Essa é uma das razões mais importantes para que comamos as frutas e os vegetais da estação e adaptemos o modo de cozimento também à fenomenologia não só da estação como também do dia: frio ou quente; úmido ou seco; com muito vento ou sem brisa alguma, etc.
    Nos climas quentes e secos, por exemplo, o organismo tende naturalmente a acidificar-se. Por isso, a predominância de alimentos alcalinos – mais aquosos, refrescantes e de digestão mais leve e rápida – colabora com a manutenção do equilíbrio homeostático do organismo. Assim, quem vive em zonas extremamente quentes e áridas, como o deserto, necessita cerca de 95% de alimentos alcalinizantes e mais aquosos.
    Os climas frios e úmidos induzem à alcalinização natural do organismo. Assim, os alimentos mais ácidos, mais secos e de digestão mais lenta (como as oleaginosas, as sementes e as carnes) são os que melhor promoverão o seu aquecimento e o seu equilíbrio hídrico. Por isso, para os esquimós, a alimentação à base de carne de peixe gordurosa realmente é a dieta ideal.

   O que não se pode nunca esquecer é que veneno é uma simples questão de quantidade e de incompatibilidade com o meio ambiente ou com a capacidade metabólica de cada individuo. Por isso, quando o meio ambiente se apresenta com muita turbulência, como no caso de ventanias, muita chuva, trovões etc., deve-se comer o menos possível, para que a energia necessária ao reequilíbrio homeostático não seja desviada para o processo da digestão, do contrário nenhum dos dois objetivos será satisfatoriamente alcançado.

    Os laticínios obtidos com cuidados biológicos, e não pasteurizados, produzem cetonas e ureia, ácidos com fraco poder de acidificação. Esses mesmos laticínios, quando submetidos a um processo de lacto-fermentação natural (iogurte, coalhada…) tornam-se alcalinizantes.
    Já laticínios produzidos por uma agropecuária que se utiliza de produtos químicos, ou que tenham sofrido pasteurização (eliminação das enzimas responsáveis pelo seu processo de decomposição natural), são altamente acidificantes e, portanto, poderosos promotores da osteoporose, das cáries, da artrite e de todas as mazelas que o acúmulo de lixo ácido no organismo é capaz de promover. Isso porque a pasteurização, além de destruir as enzimas, também destrói a vitamina C e a bi vitalidade do alimento. Além do mais, modificando a estrutura das moléculas proteicas, a pasteurização torna esses alimentos totalmente indigestos.

        Promovem acidez benéfica, que aumentam as reservas alcalinas do o corpo:
       



    Alimentos ricos em alcaloides, como café, chá e chocolate, também são ricos em purinas e, portanto, acidificantes. Diferentemente dos humanos, os animais carnívoros têm, por natureza, a enzima úrica que os protege da sobrecarga do ácido úrico, causa de tantos reumatismos gotosos, das litíases renais etc.

   De modo semelhante ao açúcar, são igualmente acidificantes todas as gorduras e óleos: hidrogenados (cuidado com as margarinas ou qualquer outra gordura hidrogenada hoje embutida em todos os alimentos derivados da indústria alimentícia), refinados, sintéticos, todos os trans? e tudo que seja oposto aos óleos vegetais extra virgens, resultantes da primeira extração a frio.

    São também acidificantes todos os alimentos velhos ou que:

- Não concluíram o ciclo de maturação no próprio pé.

- Foram gerados por sementes manipuladas ou transgênicas.

- Oriundos de uma agricultura não biológica.

- Tenham tido suas moléculas estouradas pelo congelamento.

- Tenham sido desnaturados, artificialmente enriquecidos, submetidos a irradiação, expostos a campos eletromagnéticos, etc. – em graus diferenciados.

    1.9 ALIMENTOS ALCALINIZANTES

 


  
 Para que um alimento seja considerado alcalinizante ele tem que ter uma boa quantidade de sais minerais e oligo-elementos alcalinos, e gerar ácidos orgânicos fracos.
     A água é o nutriente mais importante, está na base da pirâmide alimentar. É o principal constituinte do nosso corpo e tem importante papel na nutrição celular e na desintoxicação.
    O modo mais simples e prático de equilibrar a relação ácido/base do corpo e combater a acidose é consumir água alcalina (pH acima de 7). A única que desintoxica hidratando, nutrindo e oxigenando mais as células.

      
   Nossa fonte mais rica em sais minerais e oligo-elementos é o oceano, um meio alcalino por exelência. No final do século passado, ao mesmo tempo em que Pasteur descobria como matar os microrganismos patogênicos, René Quinton descobria que os nossos líquidos corpóreos, apesar de bastante mais diluídos, nada mais são do que uma réplica das águas oceânicas de biocenose e que enquanto assim se mantiverem, não há biótico patogênico que neles consiga sobreviver ou célula que não consiga se manter permanentemente jovem e vitalizada, como foi o caso da célula do embrião de galinha, mantida viva por 28 anos.

          
   Só os alimentos que vêm do mar têm condição de aportar toda a gama de sais minerais necessários à manutenção da saúde dos nossos líquidos intra e extracelular, cuja importância já foi descrita. Assim, tanto o sal marinho natural (não confundir com o sal refinado, que não passa de puro cloreto de sódio iodado, uma aberração alcalina) como os sais de rocha (sedimentos marinhos), as algas marinhas e o plasma marinho, cuidadosamente extraído das águas ressurgentes nos vórtices dos oceânicos (igualmente rico em zooplânctons e fitoplânctons, além de micro cadeias de carbono que os estudiosos dizem ter o poder de ativar a memória do nosso DNA), são os alimentos mais completos em elementos alcalinos.
    Se formos generalizar, as frutas, as verduras e os legumes seriam todos alimentos alcalinizantes, cujas duas maiores riquezas são: sais minerais já ionizados e moléculas vivas de água – na medida que sejam mantidos na sua forma original até a hora de serem preparados para consumo, já que a carga elétrica de suas moléculas depende do campo eletromagnético no qual se encontra inserido, e este depende da forma do alimento como campo gravitacional.
    A saúde do corpo depende da higiene alimentar, pois é nos intestinos que a grande maioria das doenças floresce. Entretanto, devido à baixa qualidade dos alimentos atuais e à vida muito estressante (leia-se acidificante) que levamos, uma alimentação com maior percentagem de frutas e verduras da mais alta qualidade e a suplementação com água alcalina, não pode mais ser negligenciada nem classificada como supérflua, sobretudo quando sabemos que a acidificação do organismo extrapola a saúde física e atinge as esferas do bem-estar emocional e da sanidade mental.


2  A CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER  
  
Otto Heinrich Warburg  (1883-1970), foi um cientista alemão que descobriu no ano de 1923 a causa primária do câncer. Pelo reconhecimento de sua tese, agraciado com um prêmio Nobel de medicina no ano de 1931.

   Segundo este cientista, o câncer é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.

   Por que? Porque uma alimentação antifisiológica - dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ.

   A ACIDEZ por sua vez EXPULSA o OXIGÊNIO das células!

    Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro."

   Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em seu organismo!

   Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."

   Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.

   E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."

PORQUÊ?

   Ainda segundo Warburg: "Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção."

   E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos."

   O sangue é levemente alcalino, com pH entre 7,35 a 7,45!

   Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizam por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE sempre que o ambiente está livre de oxigênio... Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.

Resumindo:

Células sadias vivem em um ambiente alcalino e oxigenado, com uma relação ácido/base normal e em equilíbrio.

   Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio, forçando o organismo ao esforço extremo de recorrer ao sistema tampão, quando retira reservas alcalinas do corpo como cálcio e magnésio para manter o sangue alcalino, até o colapso total, com a morte da pessoa.

IMPORTANTE:

   Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo. Ou seja, depende unicamente do que você come!

   O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14, sendo PH 7, um PH neutro.

   É importante saber como os alimentos ácidos, especialmente os industrializados por possuírem radicais livres ruins, e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino.

   Em uma pessoa saudável o PH do sangue se encontra entre 7,35 e 7,45. Leve em conta que se o ph sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma próximo a morte.

   Então, que temos a ver com tudo isto? Vamos ao que interessa!!
Alimentos que acidificam o organismo:

   Lembro que os alimentos naturais ácido são benéficos para o equilíbrio ácido base, porém os industrializados, cheios de químicos, são prejudiciais.

# Açúcar refinado e todos os seus subprodutos merecem destaque : não tem proteínas, nem gorduras essenciais, nem minerais, nem vitaminas, só hidrato de carbono que são transformados em glicose que pressiona o pâncreas a produzir insulina, porém levam a diabetes pela razão de que ao se transformar em gordura, impede a ação da insulina nas células, causando a entrada da glicose no sangue, ocasionando os sintomas da diabetes e gerando o câncer. O PH do açúcar é 2,1, ou seja, altamente acidificante. Use com moderação e parcimônia o açúcar mascavo, por ser integral (não processado).

# Frituras - São ricas em acroleína, que é o glicerol quimicamente transformado após a fritura. Altamente cancerígeno.

# Leite de vaca e todos os seus derivados - queijos, requeijão, iogurtes, etc.

# Sal refinado. Prefira o sal marinho (grosso), melhor o sal Rosa do Himaláia.

# Farinha refinada e todos os seus derivados - massas, bolos, biscoitos, etc. Inclua a farinha integral na sua alimentação.

# Produtos de padaria - a maioria contém gordura saturada, margarina, sal, açúcar e conservantes.

# Margarinas, por conter gordura hidrogenada.

# Refrigerantes: O PIOR ALIMENTO depois do sorvete. O pH é de 2,5!

# Álcool. Beba com moderação!

# Tabaco: Muito tóxico!

# Remédios, antibióticos

# Qualquer alimento cozido - o cozimento elimina o oxigênio e o transforma em ácido - inclusive as verduras cozidas. O Calor destrói as vitaminas e sais minerais.

# Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados. Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue da metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, estes alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano!!! Curiosamente, todos estes alimentos citados, são ANTIFISIOLÓGICOS!!...Nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!!!

Alimentos Alcalinizantes

# Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio); cruas produzem oxigênio, cozidas não.

# Frutas, igualmente as verduras, por exemplo o limão tem um PH aproximado de 2.2, porém dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos). Não se deixe enganar pelo seu gosto ácido, ok? As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!

# Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas.

# Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidez (saudável). Todos os cereais devem ser consumidos cozidos.

# O mel é altamente alcalinizante.

# A clorofila das plantas (de qualquer planta) é altamente alcalinizante (sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).

# Á água Alcalina com pH acima de 7! Esta água é o meio maio mais fácil e simples para equilibrar a relação ácido-base no nosso corpo, tão importante.

   Até 70% do nosso corpo é água! Água é o principal nutriente e regulador fisiológico da nossa saúde. Água com pH hidrata mais, é antioxidante, rica em oxigênio e minerais!

 "A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas", afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.

# O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta. Não é preciso dizer mais nada, não é?

O Doutor George W. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:

"Todas as mortes mal chamadas "naturais", não são mais que o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo."

  Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai nem se herda... o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida que produz o câncer.

Mencken escreveu:

"A luta da vida é contra a retenção de ácido".

"O envelhecimento, a falta de energia, o stress, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos."

O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro "Alkalize or Die" (Alcalinizar ou Morrer):

"Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no corpo!"

O Dr. Robert O. Young disse:

"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças."

E a quimioterapia?

Não vou entrar em detalhes, somente me limito a enfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma imediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai a grande velocidade o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte.

   É necessário dizer que isto não é divulgado porque a indústria do câncer (leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica) e a quimioterapia são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia?

   Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! E pra fabricar tanta gente doente, é necessário muito alimento lixo, como a indústria alimentícia tem produzido hoje no mundo, ou seja, um produz pra dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, não é?


Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: "É.... poderia acontecer com qualquer um..." Com qualquer um?

Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?

A ignorância justifica, o saber condena.


"Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento." -- Hipócrates

   
       A ÁGUA PERDEU A SUA PUREZA

  1  A água, que deveria ser fonte de vida e saúde no seu estado natural, transformou-se na principal causa das doenças no mundo.


     Água pura e cristalina que corria solta na natureza está desaparecendo como consequência do desequilíbrio ambiental e da poluição global.

 

     O acesso a água ideal e de qualidade é privilegio de poucos no nosso planeta, porém ela é absolutamente necessária, porque a água é o nutriente mais importante e constitui até 70% do nosso corpo.

      A água disponível para a população é do tipo comum provida de poço, pela companhia de abastecimento, ou a engarrafada. Infelizmente todas estão inadequadas para atender os requisitos de potabilidade para se beber.


        Água não é tudo a mesma coisa! 

     Existe Água com pH ideal para a vida e o equilíbrio Ácido-Base do corpo humano.

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   É fato de que a água comum consumida em garrafas ou servidas pelas companhias de abastecimento, estão inapropriadas para o consumo, devido a presença de agentes químicos ou biológicos de risco à saúde que comprometem a pureza da água.

        O Cloro e o Flúor 

    Dentre os  agentes que comprometem a pureza da água comum é o perigoso consumo direto do cloro e fluoreto adicionado à água pelas empresas de abastecimento e sem o devido e absolutamente necessário tratamento final domiciliar.

 
       Na tabela Periódica, o Cloro e o Flúor adicionados na água pré- tratada, estão no mesmo grupo químico do indispensável Iodo. O Iodo é um mineral importantíssimo na regulação hormonal e demais funções metabólicas na tireoide, e é absorvido por esta glândula. Por serem quimicamente semelhantes ao Iodo, o flúor e o cloro usados no pré-tratamento da água também são absorvidos pela tireoide, provocando intoxicação residual que podem estar relacionados a doenças infecciosas e degenerativas.

 A seguir algumas pesquisas relacionadas:

Artigo retirado do livro: "O Flúor e Outros Vilões da Humanidade"

 O Flúor, desde que foi adicionado a água de consumo, passou a ter como opositores cientistas, dentistas, médicos e ecologistas, preocupados com os seus efeitos sistêmicos em plantas, animais e no Homem.

  Seguem-se estudos recentes sobre o Flúor, demonstrando os efeitos maléficos causados por esse elemento, possivelmente o maior vilão de toda a historia do Homem.

“A fluoretação da água é um fenômeno peculiar americano. Ela começou quando o amianto revestia canos, chumbo era colocado na gasolina, PCB’s introduzidos em transformadores e o DDT era considerado como seguro e efetivo. Um a um esses produtos químicos foram sendo banidos, mas a fluoretação permaneceu intocada” (The absurdities of Water Fluoridation, Paul Connet, Ph.D., Novembro 2002).

  Esse mesmo autor acrescenta que a fluoretação é anti-ética, porque não respeita o direito individual de uso, porque não se pode controlar a dose dada ao paciente, e porque ignora o fato de que algumas pessoas são mais vulneráveis aos efeitos tóxicos do que outras.

“fluoretação é um erro extremamente perigoso” (...) “Fluosilicicos nunca foram testados quanto a segurança em humanos e animais” (...) “Espantosamente os fluossilicicos são resíduos de industrias de fertilizantes e contém quantidades traço de contaminantes, tal como o Arsênico, mercúrio, Chumbo e outros” (Paul Beeber, presidente da Coligação de Oposição à Fluoretação do Estado de Nova York).

   Com relação aos distúrbios orgânicos causados pelo flúor, pesquisas têm demonstrado que:

- os sintomas iniciais de fluorose Osteoarticular, são caracterizados por dores nas juntas, que é difícil de distinguir de artrite. De acordo com a revista de fluoretação “Chemical Engineering News”, pelo fato de que sintomas clínicos são semelhantes à artrite, as duas primeiras fases de Fluorose osteoarticular podem ser facilmente mal diagnosticadas (como artrite). Da mesma forma, a própria Organização Mundial de Saúde alerta que casos iniciais (de Fluorose osteoarticular) podem ser diagnosticados como reumatóides ou osteoartrite”.

   É estimado que aproximadamente 40 milhões de americanos sofrem de artrite, do tipo mais comum, a osteoartrite.

   Reforçando a campanha anti-fluor, Paul Connet, Ph.D., professor de Química da Universidade de St. Lawrense e Michael Connet publicaram, em Março de 2001, o artigo “50 reasons to Oppose Fluoridation” (50 razões para se opor a fluoretação), do qual extraímos alguns trechos:

   Sendo cumulativo, somente 50% do Flúor ingerido diariamente é excretado pelos rins, o restante fica acumulado nos ossos, glândula pineal e outros tecidos.

   O nível de flúor na água (1ppm) é 100 vezes mais alta que a normalmente encontrada no leite materno, que é de apenas 0,01 ppm. No Brasil, uma portaria de 2011 do Ministério da Saúde permite até 1,5 ppm.

   O Flúor é mutagenico, causa dano cromossômico e altera a função dos espermatozóides, reduzindo assim a taxa de fertilidade. Ele forma complexos com grandes números de metais, inclusive os necessários ao organismo. Altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer.

   Em 1995 o jornal norte-americano “Neurotoxicology and Teratology” publicou estudos mostrando que o Flúor acumulado no cérebro de ratos produziu déficit comportamental típico de agentes neurotóxicos. No estudo, o Flúor induz dano na região do hipocampo cerebral, área ligada a hiperatividade e déficits cognitivos.

   Estudos chineses mostram baixa de Q.I. em crianças, associados a exposição ao Flúor (Li e colaboradores, 1995, Zhao e colaboradores, 1996 e Lu e colaboradores, 2000).

   O Flúor acumula em ossos, tornando-os quebradiços e aumenta a taxa de fraturas de bacias em idosos. Dezenas de estudos de laboratórios têm demonstrado que o Flúor é mutagênico e que é uma substancia carcinogênica. Ratos tratados com Flúor tiveram um significativo aumento estatístico de câncer ósseo (osteosarcoma), o que não foi encontrado nos ratos controles.

   Acumulando-se na glândula pineal, reduz a produção de melantonina, hormônio importante na indução do sono e cuja redução pode levar ao inicio precoce da puberdade.

   “Anteriormente, no século XX, o Flúor era prescrito por um certo numero de médicos europeus para reduzir a atividade da glândula tireóide, para aqueles que sofriam de hipertireoidismo” (Merck Index, 1960, pg. 952, Waldbott e colaboradores, 1978, pg 163).

   O Flúor é, portanto, um depressivo tireoidiano, podendo levar a hipotireoidismo e consequentemente a distúrbios relacionados a ele, como depressões, fadiga, aumento de peso, dores musculares, aumento de colesterol e doenças cardíacas.

 

   

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ALERTA: Os Perigos do Cloro e da Flúoretação na Água

Fonte https://xgerms.wordpress.com/2011/11/03/alerta-sobre-os-perigos-letais-do-cloro-e-fluor-na-agua/


 Breve História do Cloro e Flúor

    Há cerca de 180 anos atrás, os cientistas enquanto pesquisava a forma de prevenção contra a febre Tifóide no abastecimento de água descobriram que o cloro matava as bactérias e vírus. Por conter um altíssimo efeito corrosivo foi utilizado como arma biológica terrivelmente eficiente e eficaz durante a Primeira Guerra Mundial, foi à primeira arma biológica conhecida e utilizada em larga escala.

   Na forma de gás o cloro é mais pesado que o ar, ficando próximo ao solo destruiu os pulmões dos soldados na guerra.

   Hoje, no Brasil, o cloro é largamente usado como o principal método para a desinfecção do abastecimento de água, piscinas, lavanderia e branqueamento de roupas. Os Países do Primeiro Mundo já abandonaram o cloro e estão eliminado o flúor do abastecimento da água. O flúor foi largamente usado pelos Nazistas para fazer controle dos povos dominados durante a Segunda Guerra Mundial; é um subproduto da bauxita.

   O cloro e flúor são dois componentes acumulativos no organismo como o mercúrio e podem causar depressão e câncer. O flúor e água aquecida gera o chamado ácido fluorídrico (HF – formula química) que corri inclusive vidro; altamente tóxico!



   Países do Primeiro Mundo adotam a Medicina da Prevenção enquanto aqui fazemos a Medicina da Doença que é muito mais cara para o Sistema Único de Saúde – SUS.

Cozinhar com água clorada e fluorada destrói as propriedades e vitaminas contidas nos alimentos que são tão necessárias a qualidade da saúde.


Porque eliminar o cloro e flúor da água fornecida pela Concessionária?

   O cloro é um produto químico altamente tóxico e venenoso ao Ser Humano, utilizado para remoção de resíduos de graxa e óleos, fungos, mofos e lodos; ainda, utilizado para a eliminação de bactérias, vírus e germes. Limpeza de pisos causa inúmeros problemas alérgicos aos funcionários.


   Se você não está convencido ainda sobre os perigos do cloro na água, aqui está um extrato do Dr. Zoltan P. Rona que é graduado pela McGill University Medical School e, Mestre em Clínica Nutricional e Bioquímica pela University of Bridgeport in Connecticut – USA

– “A maioria das pessoas nunca se deram conta da gravidade do uso do cloro e do flúor na água. Os responsáveis pela Saúde e os de manter a qualidade da água asseguram que a água clorada é completamente segura para o consumo humano. Mentira! Numerosos estudos científicos relatam que a água clorada é um irritante da pele e pode ser associado a erupções como eczema, capaz de destruir ácidos graxos poliinsaturados e vitamina E do corpo ao mesmo tempo gerando toxinas capazes de danos dos radicais livres (oxidação). Isto pode explicar porque a suplementação da dieta com ácidos graxos essenciais, como óleo de linhaça, óleo de prímula, óleo de borragem e antioxidantes como a vitamina E, selênio e outros ajudam a tantos casos de eczema e pele seca. Quanto ao flúor é subproduto da bauxita obtido do processo de produção do alumínio, o flúor retira cálcio dos ossos podendo causar osteoporose. Panelas de alumínio e panelas antiaderentes estão ligadas com a Doença de Alzheimer; infelizmente isto não é passado à população por lobby das grandes empresas para continuarem a faturar”.

   Água clorada destrói grande parte da flora intestinal, as bactérias amigáveis que ajudam na digestão dos alimentos e que protege o corpo contra patógenos prejudiciais. Estas bactérias também são responsáveis para a fabricação de várias vitaminas importantes como a vitamina B12 e vitamina K. Além de ser responsável por condições crônicas da pele, como acne, psoríase, seborréia, eczema o que pode ser melhorada significativamente tomando e usando água potável sem cloro e dieta suplementar com Lactobacillus acidophilus e bifidus.



   Água clorada contém compostos químicos chamados trihalometanos que são substâncias cancerígenas resultantes da combinação de cloro com compostos em água. Estes produtos químicos, também conhecidos como organoclorados, não se degradam muito bem e geralmente são armazenadas nos tecidos gordurosos do corpo (peito, outras áreas gordurosas, leite materno, sangue e sêmen). Organoclorados podem causar mutações, alterando o DNA, suprimir a função do sistema imunológico e interferir com os controles naturais do crescimento celular.


   Outro fator a ser considerado é a pele; o cloro destrói o equilíbrio natural das bactérias benéficas da nossa pele que tem uma ecologia própria que precisa ser preservada, a fim de manter a pele saudável e sua beleza associada.

A ação do cloro tem sido documentada por agravar a asma, rinite, sinusite reações alérgicas no sistema respiratório, olhos, garganta; especialmente nas crianças que fazem uso de piscinas com cloro e chuveiro na posição de quente por produzir a solução aquosa de acido clorídrico. O chuveiro quente vaporiza o cloro da água causando edemas nos pulmões e atacando a pele e cabelo; deixando os cabelos secos e quebradiços e a pele escamosa e eritemas que provocam coceiras. Longos banhos são um grave risco a saúde. As mulheres sempre relatam quedas de cabelos acentuadas durante o banho e ao longo do dia, cloro é o fator responsável por este efeito; elas aplicam cremes para resolver o problema, porém não atuam de forma eficaz porque o cloro neutraliza os efeitos nocivos deste produto tóxico. O cloro pode até causar a depressão nas pessoas.

Depoimento do Dr. Lair Ribeiro, médico com mestrado em Cardiologia

– “O banho com a água clorada resseca e provoca a irritação da pele e prejudica os pulmões e podendo causar danos ao coração. Um problema sério no Brasil é que a sauna úmida utiliza a água clorada para geração do vapor; aí temos o gás clorídrico dentro das câmaras de sauna. Recomenda-se que se utilize sauna seca apenas no Brasil. 

   Nos países desenvolvidos o cloro foi eliminado do processo de abastecimento d’água há muito tempo e o flúor está em processo de eliminação há cinco anos. Alguns Pneumologistas recomendam o uso do vapor d’água dos chuveiros elétricos para as crianças com problemas respiratórios isto é grave”.

  Cloro na água do banho é prontamente absorvido pela pele e por inalação do vapor e spray. Em um banho de dez minutos, podemos absorver até 600% os contaminantes mais do que na água da torneira. Somos bombardeados diariamente por estas toxinas. Estudos científicos demonstram que por razões de saúde é melhor remover o cloro e flúor da água. Procure utilizar pasta dental sem flúor.

   Cloro provoca edema pulmonar; a exposição regular ao cloro gasoso mesmo em níveis baixos, como no banho normal reduzir a capacidade de transferência de oxigênio dos pulmões; sendo fator crítico para os atletas e pessoas propensas a insuficiência cardíaca.

   O limite olfativo do cloro é em torno de 3,5 PPM (partes por milhão), quando sentimos o cheiro de cloro a concentração já está acima deste nível legal. A concentração letal para dez minutos de exposição é de cerca de 600 PPM. O cloro pode realmente aumentar os efeitos do envelhecimento da pele pelo o processo de deterioração celular. A resistência elétrica do chuveiro é feita de metal é o cloro consegue destruí-la e dizemos que a resistência queimou; na verdade o cloro a danificou.

   As concessionárias conhecem bem estes problemas ocasionados pelo cloro e o flúor. O sistema de abastecimento está preparado para utilização destes dois componentes químicos e para a modificação do sistema será necessárias elevadas somas de capital investido; como isto não é possível para o momento, o sistema permanece inalterado.

Água clorada contamina solo, nascentes, rios, represas, plantas e animais.

Você já reparou como as plantas ficam mais vistosas após as chuvas?

   
   Ao tomarmos água clorada estamos introduzindo em nosso corpo substancias ácidas e gerando condições para as mais diversas doenças. 

   Vários estudos também apontam cloro e subprodutos clorados a uma maior incidência de câncer de mama, bexiga e câncer de intestino, assim como o melanoma maligno. Um estudo mesmo ligações a utilização de água clorada para anomalias cardíacas congênitas. Qualquer coisa que se possa fazer para filtrar a água da torneira e chuveiro; que elimine ou minimiza o cloro e o flúor certamente será útil e curativa para alguns dos problemas do sistema imunológico e a Natureza. 


 4 - ÁGUA MINERAL ENGARRAFADA


   Água Mineral engarrafada também não está potável em razão de uma toxina chamada Xenoestrógêno liberado pelo plástico da garrafa quando submetido ao calor externo durante o transporte e armazenagem. O xenoestrógeno é semelhante ao hormônio feminino porém estranho ao organismo humano e pode estar relacionado a alterações hormonais com potencial de causar câncer de mama e e de próstata, além disso existe o tóxico BPA, também presente no plástico do garrafão, com poder para contaminar a água.


ÁGUA MINERAL EM GARRAFA PLÁSTICA E BAMBONA


   Água Mineral em Embalagens Plásticas vem Contaminada com Antimônio, Dioxinas, Bisfenol A e Xenoestrógenos.

   Estas substâncias altamente tóxicas derivadas do petróleo estão associados a:

•Hipertensão
•Obesidade
•Diabetes tipo 2
•Diversos tipos de Câncer, incluindo câncer de mama.
•Doenças Neurodegenerativas
Por isto recomendamos o Tratamento da Água na Residência do Consumidor Final. Isto é um novo Conceito Mundial


      

# Vídeo: A Farsa do Flúor 1/3 (The Fluoride Deception) – Legendas em Português
Leia o artigo sobre o Lítio e a estatina na água de abastecimento das concessionarias: https://xgerms.wordpress.com/2011/11/28/alerta-agora-e-a-vez-do-litio-e-estatinas-serem-colocadas-na-agua-do-dia-a-dia/
    __________________________________________________________

5
        ÁGUA ALCALINA IONIZADA E ANTI-OXIDANTE. ENTENDENDO MELHOR A FORMAÇÃO DOS RADICAIS LIVRES E SEUS EFEITOS DELETÉRIOS.

   Radical Livre é qualquer espécie química (átomos ou moléculas) que contenha um ou mais elétrons desemparelhados. Por possuírem elétrons de valência desemparelhados, são altamente reativos, isto é, necessitam reagir com outros átomos ou moléculas para se estabilizarem. Na busca da estabilidade o radical livre pode oxidar-se, perdendo um elétron, ou reduzir-se, ganhando um elétron.
               

   Entendendo melhor o que são elétrons desemparelhados:


    Na tabela Periódica, o Cloro e o Flúor adicionados na água pré- tratada, estão no mesmo grupo químico do indispensável Iodo. O Iodo é um mineral importantíssimo na regulação hormonal e demais funções metabólicas na tireoide, e é absorvido por esta glândula. Por serem quimicamente semelhantes ao Iodo, o flúor e o cloro usados no pré-tratamento da água também são absorvidos pela tireoide, provocando intoxicação residual que podem estar relacionados a doenças infecciosas e degenerativas.

 A seguir algumas pesquisas relacionadas:

Artigo retirado do livro: "O Flúor e Outros Vilões da Humanidade"

 O Flúor, desde que foi adicionado a água de consumo, passou a ter como opositores cientistas, dentistas, médicos e ecologistas, preocupados com os seus efeitos sistêmicos em plantas, animais e no Homem.

  Seguem-se estudos recentes sobre o Flúor, demonstrando os efeitos maléficos causados por esse elemento, possivelmente o maior vilão de toda a historia do Homem.

“A fluoretação da água é um fenômeno peculiar americano. Ela começou quando o amianto revestia canos, chumbo era colocado na gasolina, PCB’s introduzidos em transformadores e o DDT era considerado como seguro e efetivo. Um a um esses produtos químicos foram sendo banidos, mas a fluoretação permaneceu intocada” (The absurdities of Water Fluoridation, Paul Connet, Ph.D., Novembro 2002).

  Esse mesmo autor acrescenta que a fluoretação é anti-ética, porque não respeita o direito individual de uso, porque não se pode controlar a dose dada ao paciente, e porque ignora o fato de que algumas pessoas são mais vulneráveis aos efeitos tóxicos do que outras.

“fluoretação é um erro extremamente perigoso” (...) “Fluosilicicos nunca foram testados quanto a segurança em humanos e animais” (...) “Espantosamente os fluossilicicos são resíduos de industrias de fertilizantes e contém quantidades traço de contaminantes, tal como o Arsênico, mercúrio, Chumbo e outros” (Paul Beeber, presidente da Coligação de Oposição à Fluoretação do Estado de Nova York).

   Com relação aos distúrbios orgânicos causados pelo flúor, pesquisas têm demonstrado que:

- os sintomas iniciais de fluorose Osteoarticular, são caracterizados por dores nas juntas, que é difícil de distinguir de artrite. De acordo com a revista de fluoretação “Chemical Engineering News”, pelo fato de que sintomas clínicos são semelhantes à artrite, as duas primeiras fases de Fluorose osteoarticular podem ser facilmente mal diagnosticadas (como artrite). Da mesma forma, a própria Organização Mundial de Saúde alerta que casos iniciais (de Fluorose osteoarticular) podem ser diagnosticados como reumatóides ou osteoartrite”.

   É estimado que aproximadamente 40 milhões de americanos sofrem de artrite, do tipo mais comum, a osteoartrite.

   Reforçando a campanha anti-fluor, Paul Connet, Ph.D., professor de Química da Universidade de St. Lawrense e Michael Connet publicaram, em Março de 2001, o artigo “50 reasons to Oppose Fluoridation” (50 razões para se opor a fluoretação), do qual extraímos alguns trechos:

   Sendo cumulativo, somente 50% do Flúor ingerido diariamente é excretado pelos rins, o restante fica acumulado nos ossos, glândula pineal e outros tecidos.

   O nível de flúor na água (1ppm) é 100 vezes mais alta que a normalmente encontrada no leite materno, que é de apenas 0,01 ppm. No Brasil, uma portaria de 2011 do Ministério da Saúde permite até 1,5 ppm.

   O Flúor é mutagenico, causa dano cromossômico e altera a função dos espermatozóides, reduzindo assim a taxa de fertilidade. Ele forma complexos com grandes números de metais, inclusive os necessários ao organismo. Altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer.

   Em 1995 o jornal norte-americano “Neurotoxicology and Teratology” publicou estudos mostrando que o Flúor acumulado no cérebro de ratos produziu déficit comportamental típico de agentes neurotóxicos. No estudo, o Flúor induz dano na região do hipocampo cerebral, área ligada a hiperatividade e déficits cognitivos.

   Estudos chineses mostram baixa de Q.I. em crianças, associados a exposição ao Flúor (Li e colaboradores, 1995, Zhao e colaboradores, 1996 e Lu e colaboradores, 2000).

   O Flúor acumula em ossos, tornando-os quebradiços e aumenta a taxa de fraturas de bacias em idosos. Dezenas de estudos de laboratórios têm demonstrado que o Flúor é mutagênico e que é uma substancia carcinogênica. Ratos tratados com Flúor tiveram um significativo aumento estatístico de câncer ósseo (osteosarcoma), o que não foi encontrado nos ratos controles.

   Acumulando-se na glândula pineal, reduz a produção de melantonina, hormônio importante na indução do sono e cuja redução pode levar ao inicio precoce da puberdade.

   “Anteriormente, no século XX, o Flúor era prescrito por um certo numero de médicos europeus para reduzir a atividade da glândula tireóide, para aqueles que sofriam de hipertireoidismo” (Merck Index, 1960, pg. 952, Waldbott e colaboradores, 1978, pg 163).

   O Flúor é, portanto, um depressivo tireoidiano, podendo levar a hipotireoidismo e consequentemente a disturbios relacionados a ele, como depressões, fadiga, aumento de peso, dores musculares, aumento de colesterol e doenças cardíacas.

    Existe o fato de que a água comum consumida em garrafas ou servidas pelas companhias de abastecimento, estão inapropriadas para o consumo, devido a presença de agentes químicos ou biológicos de risco à saúde que comprometem a pureza da água. Dentre os  agentes que comprometem a pureza da água comum é o perigoso consumo direto do cloro e fluoreto adicionado à água pelas empresas de abastecimento e sem o devido e absolutamente necessário tratamento final domiciliar.



   Todos os átomos consistem de um núcleo com cargas positivas (prótons) e nêutrons, e de um igual número de elétrons. Os elétrons são organizados em níveis de órbitas. Na primeira órbita são 2 elétrons e nos níveis seguintes 8 elétrons (octeto). Por exemplo: um átomo de cloro possui 17 elétrons. Portanto, possui 2 elétrons na órbita interna, 8 elétrons na segunda órbita e 7 elétrons na terceira órbita. Para ser um átomo estável é necessário que a sua última órbita esteja completa. No cloro existe espaço para um elétron, já que a última órbita possui 7 elétrons e é necessário preencher com 8 elétrons. O sódio, por sua vez, tem 11 elétrons distribuídos, 2 na primeira órbita, 8 na segunda órbita e 1 elétron na terceira órbita. Cada átomo tem como objetivo alcançar sua forma mais estável, o estado de menor energia, que ocorre quando a última órbita está preenchida. Portanto, o cloro, com 7 elétrons, quer desesperadamente ganhar 1 elétron, e o sódio, com 1 elétron na sua última órbita, quer perder 1 elétron. Portanto, quando o sódio cede 1 elétron para o cloro ambos se tornam estáveis e não reativos.


                


   


   Os radicais livres não podem ser isolados e, geralmente, se dimerizam para se estabilizar, pois assim emparelham os elétrons e conseguem adquirir a quantidade de elétrons que falta para completar o octeto. Isso explica porque muitos radicais livres produzidos no organismo são prejudiciais: na ânsia por se estabilizar, eles roubam elétrons de moléculas que compõem nossas células (biomoléculas: proteínas, ácidos nucléicos ou estruturas celulares) e estas ficam com as suas funções comprometidas, além de gerar outro radical livre. Os radicais livres, ao reagirem com o DNA, podem destruir parte de sua molécula, quebrar ligações, adicionar grupos estranhos, formar ligações cruzadas indesejáveis ou provocar oxidação em alguns componentes, provocando mutações genéticas que podem, em alguns casos, provocar a morte da célula, ou causar alterações que levam ao câncer.


   Existem, também, as espécies reativas do oxigênio (ERO) e nitrogênio que são, por definição, quaisquer espécies oxidantes altamente reativas formadas por oxigênio e ou nitrogênio, inclusive os radicais livres de oxigênio e ou nitrogênio. As substâncias que são ERO e não são caracterizadas como radicais livres, não têm elétrons pareados na última camada, porém são altamente reativas. As EROs são produzidas durante a função celular normal e são geradas como subprodutos do metabolismo celular, principalmente na mitocôndria, mas também de outras fontes fisiológicas como da fagocitose e, ainda, da síntese de prostaglandinas, por exemplo. Fatores externos também favorecem a produção de espécies reativas de oxigênio no organismo. Podemos citar como fatores externos: Raio ultra violeta da luz solar, raios ionizantes, raio X, radioterapia, tabagismo, álcool, dietas muito gordurosas, intoxicação por metais pesados (alumínio, cádmio, mercúrio, etc.), venenos e agrotóxicos, entre outros. Podemos citar como fatores internos: Desequilíbrios nutricionais, estresse emocional, processos inflamatórios.

   Todo sistema biológico que utiliza oxigênio como aceptor de elétrons para gerar energia produz oxidantes. A presença dos radicais livres é parte de um processo natural resultante da presença de oxigênio e, muitas vezes, necessário para algumas funções orgânicas. O excesso de radicais livres em relação aos antioxidantes naturais do organismo é que pode causar transtornos.


   Os sistemas antioxidantes são compostos de uma série de substâncias capazes de neutralizar cada espécie de radical livre gerada no metabolismo (normal ou provocado por fatores externos).



   Em condições normais, o sistema antioxidante minimiza as perturbações causadas pelas EROs. Porém, quando a geração de ERO supera os antioxidantes (por aumento de ERO e/ou diminuição de antioxidantes) haverá, danos à célula, aos tecidos e aos órgãos (estresse oxidativo).

   O estresse oxidativo pode provocar diversos e variados problemas orgânicos, dependendo do órgão alvo e da espécies do radical livre gerado. A reatividade química das EROs é muito alta com outras biomoléculas, podendo causar peroxidação lipídica, oxidação de DNA, RNA e outras proteínas e também oxidação de carboidratos. Devido a esta alta reatividade e reação em cascata, o estresse oxidativo contribui para a patogênese de numerosas doenças crônicas e degenerativas, podendo ser tanto causa como consequência delas.

   O sistema antioxidante endógeno, quando em equilíbrio, é extremamente competente e capaz de neutralizar os radicais livres de origem endógena e exógena. Existem os antioxidantes endógenos e os obtidos através da alimentação (nutrientes essenciais). Para a formação e ação dos antioxidantes endógenos, nutrientes essenciais como o selênio, manganês, zinco, cobre, magnésio, entre outros, vão ser determinantes. Portanto, para evitar o estresse oxidativo, a nutrição celular adequada é imprescindível.


   Um dos processos de envelhecimento do nosso corpo é explicado pela presença dos radicais livres. Como mencionado, radicais livres precisam captar elétrons para se reduzir. Quando captam elétrons de outras estruturas, estas ficam com menos elétrons e também se tornam radicais livres, gerando um efeito cascata. Quando a substância precisa captar elétrons, dizemos que ela tem um REDOX (potencial de oxi- redução) + (positivo). A maioria dos líquidos ingeridos tem um REDOX + e funciona como radicais livres.

   Entre todos os fatores que podem causar estresse oxidativo como poluentes ambientais, químicos, estresse adrenal, radiação e hábitos alimentares, este último é o que está mais ao nosso alcance. Com uma nutrição celular adequada, certamente nosso organismo lidará melhor com os outros fatores, amenizando o estresse em geral.

FONTE: Carreiro, Denise Madi. Entendendo a importância do processo alimentar. SP: Editora Vida & Consciência; 2012.

  



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   - Ioniza a água pela hidroxila OH - (água antioxidante) e Magnésio.
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   - Retém sedimentos de até 0,5 microns.
   - Retém Cloro, Fluoreto e bactérias.
   - Produto com garantia de um ano e certificado pelo INMETRO.
   - Produto destinado à água encanada pré tratada.
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   - Ionizador da marca Habitah Fresch da Acqualive.

     Benefícios Para a Saúde :

      - Aumenta a absorção dos nutrientes e do oxigênio nos músculos e células;
      - Auxilia no equilíbrio ácido - base do sangue;
      - Desintoxica os rins, cólon, sistema linfático e o fígado;
      - Melhora a digestão;
      - Aumento da energia e da disposição física e mental;
      - Previne e trata a Osteoporose, cálculo renal;
      - Reduz os radicais livres, 
      - Aumento da Hidratação;
      - Previne e reduz o envelhecimento precoce;
     - Auxilia no tratamento das enfermidades, como: Artrose, Azia, Câncer, Ateriosclerose, Pressão Alta, Diabetes, Gastrites e doenças gástricas em geral, varizes, AVC, cardiopatias, obesidade.Ótimo aliado à uma nutrição equilibrada, e na prática dos exercícios físicos.

                  
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       Vídeos: Dr. Lair Ribeiro


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Ionizador purificante para bebedouro com suporte inferior adicional para 10  litros em acrílico, como peça opcional e a marca do produto.

 




   


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    Descrição da água ideal provida pelo ionizador:

    


1 - POTENCIAL HIDROGENIÔNICO (pH)  

     Potencial Hidrogeniônico (PH) é uma medida de grandeza que indica o quantitativo de íons de hidrogênio em uma substância. Os íons de hidrogênio isolados com carga positiva formam radicais livres, instáveis por possuírem carência de elétrons. Formam o meio ácido. O íon de hidrogênio com carga negativa, são doadores de elétrons, formam o meio alcalino. Sim, os átomos necessitam ter oito elétrons na última camada para se estabilizarem. O equilíbrio Ácido-Báse da vida fisioloca depende do parelhamento entre íons de cargas opostas, para que haja a estabilidade química, trabalho imprescindível para que as reações químicas produzam adequadamente energia nas nossas células. O ph varia de 0 a 14 e determina se uma água é ácida (pH inferior a 7),neutra (pH igual a 7) ou alcalina (pH maior do que 7), O Potencial Hidrogeniônico do sangue é 7,35 a 7,45. Infelizmente ingerimos mais íons H+ ( ácidos ) que OH – (alcalinos) devido a alimentação industrializada, rica em radicais livres nocivos à saúde.
     Se você toma água com pH inferior a 7, como é o caso de Belém e mesoregião metropolitana, significa que o seu corpo precisa retirar reservas alcalinas dos seus ossos como cálcio, fosfato para equilibrar o pH do sangue, com efeitos colaterais para os ossos, pâncreas e rins, causando osteoporose e cálculo renal por exemplo. Devemos beber água com pH acima de 7 até 9, para que ocorra um adequado equilíbrio ácido base.

     
       
2 - REDOX
     A água tem ORP (Potencial de Oxi Redução) positivo ou negativo, que é medido em milivolts (mV). É o ORP negativo que é benéfico para o nosso corpo, pois o auxilia na redução dos radicais livres que causam oxidação, ou seja, funciona como agente antioxidante.

    Isso significa atuar diretamente na causa primária do envelhecimento precoce e do câncer, auxiliando o sistema fisiológico humano a se livrar das toxinas prejudiciais à saúde ligados ao aparecimento em excesso de radicais livres. Você encontra esse ORP negativo na água ionizada.

     O ORP positivo, por sua vez, aumenta a oxidação (envelhecimento) e diminui a oxigenação sanguínea. É assim na água de torneira, água engarrafada, água de poço, água de osmose reversa e destilada, bem como em alimentos cozidos e processados. Ou seja, precisa ser evitado porque faz mal à saúde. Para converter um ORP positivo para um negativo, o nosso corpo gasta energia, por isso é melhor beber água com baixo ORP.
       
3 - TENSÃO SUPERFICIAL
     tensão superficial da água é resultado das ligações de hidrogênio, que são forças intermoleculares originadas da atração dos hidrogênios de determinadas moléculas de água (os polos positivos (H+)) com os oxigênios das moléculas vizinhas (os polos negativos (O-)).

      Ela é a mais alta de todos os líquidos, igual a 7,2 .109 N. m-1, e funciona como uma fina camada (película) ou como uma fina membrana elástica na superfície da água. Isso explica fenômenos como a forma esférica das gotas, o porquê de alguns insetos andar sob a água, entre outros.

      No nosso corpo, uma água com alta tensão superficial é dificilmente absorvida pelas células (hidrata menos), uma vez que as ligações de hidrogênio são fortes e dificultam a "quebra" das moléculas da água. Por isso, o ideal é ingerir uma água com baixa tensão. Essa água provoca mais hidratação, o que significa pele com mais brilho e elasticidade, maior absorção dos minerais e mais saúde para o corpo todo.
  
      Por isso, o ideal é ingerir uma água com baixa tensão e ionizada. Essa água provoca mais hidratação, oxigenação e nutrição às células, o que significa pele com mais brilho e elasticidade, maior absorção dos minerais e mais saúde para o corpo todo.
      
4 - CONDUTIVIDADE
     Condutividade é a capacidade que a água possui de conduzir corrente elétrica. Isso acontece devido à presença de íons dissolvidos na água, que são partículas carregadas eletricamente.

    O desempenho do trabalho muscular melhora muito com o consumo da água ionizada. O transporte desses íons de célula para célula somente ocorre em função da presença da água, por isso, consumir água com alta condutividade elétrica é fundamental para que as células possam fazer uso de nutrientes valiosos e substâncias químicas no processo biológico.

     Sais inorgânicos em solução consistem de cátions (com cargas positivas) e ânions (com cargas negativas) e transmitem uma corrente elétrica quando uma voltagem é aplicada entre dois eletrodos dentro da água. Quanto mais íons presentes na água, maior é a corrente e maior a condutividade.

     Essa propriedade é expressa em microSiemens por centímetro (µS/cm) e é usada como uma das medidas da qualidade da água. Afinal, quanto mais sais minerais a água possuir, mais energia elétrica a água conduzirá. O Ionizador adiciona Magnésio, Cálcio e Potássio na água, melhorando a saúde do sistema nervoso e muscular, inclusive a cardíaca, e é especialmente indicada para atletas.
     
   5 -  PUREZA
     Água pura é uma água sem bactérias, leve e segura, além de confiável, porque podemos ingeri-la com a certeza de que só fará bem ao nosso corpo e à nossa saúde. Entretanto, o que acontece é que as águas dos nossos rios estão cada vez mais contaminadas com metais tóxicos e são ácidas.
     O tratamento químico dado a elas para desinfectar faz uso de ácido hexafluoreto, cloro, entre outros elementos prejudiciais à saúde e que devem ser eliminados antes de beber.  Além disso, impurezas orgânicas presentes na água com frequentemente geram uma coloração marrom-amarelada, mudam seu odor e suas propriedades. A Acqualive lhe dá a água mais pura possível com certificação máxima do INMETRO de eficiência para eliminar cloro, bactéria e solutos da água.

    
     
       Felizmente, você pode ter em casa esta maravilhosa água para o seu bem estar. O produtor do Ionizador tem filial em Belém.



        

       Especialistas realizaram estudos e concluíram que a água ideal para a saúde do nosso corpo deve ser pura, alcalina, com ação antioxidante, alto poder de hidratação e rica em magnésio. Isto é ainda mais importante quando vamos suplementar proteína, carboidrato, ou até mesmo, na utilização da creatina. Então, é essencial que se beba uma água altamente hidratante e rica em magnésio, o mineral da vida, especialmente ao decorrer de um processo de retenção de líquidos.
É sempre bom lembrar, que ao preparar sua suplementação, seja antes ou depois da academia, misture o seu Whey Protein e a Maltodextrina, ou outros suplementos que fazem parte de sua rotina, com a água alcalina ionizada, que contém uma rica composição de minerais agem com extrema importância para a saúde, como: cálcio, potássio e magnésio.
A água antioxidante, alcalina ionizada e rica em magnésio é um energético natural que lhe trará disposição para prática de exercícios na academia. Então se for suplementar, não se esqueça de cuidar do seu corpo bebendo a água da saúde.
Você pode obter a água ideal para a sua saúde, através do Ionizador que possui um avançado e moderno sistema de purificação da água, deixando a água com todas as características da água ideal, inclusive livre de cloro e bactérias.









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