sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Água Ionizada com Magnésio, Cálcio e potássio com Ph 9. Mude sua água e melhore sua saúde!

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       ÁGUA ALCALINA IONIZADA E ANTI-OXIDANTE. ENTENDENDO MELHOR A FORMAÇÃO DOS RADICAIS LIVRES E SEUS EFEITOS DELETÉRIOS.

   Radical Livre é qualquer espécie química (átomos ou moléculas) que contenha um ou mais elétrons desemparelhados. Por possuírem elétrons de valência desemparelhados, são altamente reativos, isto é, necessitam reagir com outros átomos ou moléculas para se estabilizarem. Na busca da estabilidade o radical livre pode oxidar-se, perdendo um elétron, ou reduzir-se, ganhando um elétron.
               

   Entendendo melhor o que são elétrons desemparelhados:


   Todos os átomos consistem de um núcleo com cargas positivas (prótons) e nêutrons, e de um igual número de elétrons. Os elétrons são organizados em níveis de órbitas. Na primeira órbita são 2 elétrons e nos níveis seguintes 8 elétrons (octeto). Por exemplo: um átomo de cloro possui 17 elétrons. Portanto, possui 2 elétrons na órbita interna, 8 elétrons na segunda órbita e 7 elétrons na terceira órbita. Para ser um átomo estável é necessário que a sua última órbita esteja completa. No cloro existe espaço para um elétron, já que a última órbita possui 7 elétrons e é necessário preencher com 8 elétrons. O sódio, por sua vez, tem 11 elétrons distribuídos, 2 na primeira órbita, 8 na segunda órbita e 1 elétron na terceira órbita. Cada átomo tem como objetivo alcançar sua forma mais estável, o estado de menor energia, que ocorre quando a última órbita está preenchida. Portanto, o cloro, com 7 elétrons, quer desesperadamente ganhar 1 elétron, e o sódio, com 1 elétron na sua última órbita, quer perder 1 elétron. Portanto, quando o sódio cede 1 elétron para o cloro ambos se tornam estáveis e não reativos.


                




   Os radicais livres não podem ser isolados e, geralmente, se dimerizam para se estabilizar, pois assim emparelham os elétrons e conseguem adquirir a quantidade de elétrons que falta para completar o octeto. Isso explica porque muitos radicais livres produzidos no organismo são prejudiciais: na ânsia por se estabilizar, eles roubam elétrons de moléculas que compõem nossas células (biomoléculas: proteínas, ácidos nucléicos ou estruturas celulares) e estas ficam com as suas funções comprometidas, além de gerar outro radical livre. Os radicais livres, ao reagirem com o DNA, podem destruir parte de sua molécula, quebrar ligações, adicionar grupos estranhos, formar ligações cruzadas indesejáveis ou provocar oxidação em alguns componentes, provocando mutações genéticas que podem, em alguns casos, provocar a morte da célula, ou causar alterações que levam ao câncer.



   Existem, também, as espécies reativas do oxigênio (ERO) e nitrogênio que são, por definição, quaisquer espécies oxidantes altamente reativas formadas por oxigênio e ou nitrogênio, inclusive os radicais livres de oxigênio e ou nitrogênio. As substâncias que são ERO e não são caracterizadas como radicais livres, não têm elétrons pareados na última camada, porém são altamente reativas. As EROs são produzidas durante a função celular normal e são geradas como subprodutos do metabolismo celular, principalmente na mitocôndria, mas também de outras fontes fisiológicas como da fagocitose e, ainda, da síntese de prostaglandinas, por exemplo. Fatores externos também favorecem a produção de espécies reativas de oxigênio no organismo. Podemos citar como fatores externos: Raio ultra violeta da luz solar, raios ionizantes, raio X, radioterapia, tabagismo, álcool, dietas muito gordurosas, intoxicação por metais pesados (alumínio, cádmio, mercúrio, etc.), venenos e agrotóxicos, entre outros. Podemos citar como fatores internos: Desequilíbrios nutricionais, estresse emocional, processos inflamatórios.


   Todo sistema biológico que utiliza oxigênio como aceptor de elétrons para gerar energia produz oxidantes. A presença dos radicais livres é parte de um processo natural resultante da presença de oxigênio e, muitas vezes, necessário para algumas funções orgânicas. O excesso de radicais livres em relação aos antioxidantes naturais do organismo é que pode causar transtornos.



   Os sistemas antioxidantes são compostos de uma série de substâncias capazes de neutralizar cada espécie de radical livre gerada no metabolismo (normal ou provocado por fatores externos).



   Em condições normais, o sistema antioxidante minimiza as perturbações causadas pelas EROs. Porém, quando a geração de ERO supera os antioxidantes (por aumento de ERO e/ou diminuição de antioxidantes) haverá, danos à célula, aos tecidos e aos órgãos (estresse oxidativo).


   O estresse oxidativo pode provocar diversos e variados problemas orgânicos, dependendo do órgão alvo e da espécies do radical livre gerado. A reatividade química das EROs é muito alta com outras biomoléculas, podendo causar peroxidação lipídica, oxidação de DNA, RNA e outras proteínas e também oxidação de carboidratos. Devido a esta alta reatividade e reação em cascata, o estresse oxidativo contribui para a patogênese de numerosas doenças crônicas e degenerativas, podendo ser tanto causa como consequência delas.


   O sistema antioxidante endógeno, quando em equilíbrio, é extremamente competente e capaz de neutralizar os radicais livres de origem endógena e exógena. Existem os antioxidantes endógenos e os obtidos através da alimentação (nutrientes essenciais). Para a formação e ação dos antioxidantes endógenos, nutrientes essenciais como o selênio, manganês, zinco, cobre, magnésio, entre outros, vão ser determinantes. Portanto, para evitar o estresse oxidativo, a nutrição celular adequada é imprescindível.


   Um dos processos de envelhecimento do nosso corpo é explicado pela presença dos radicais livres. Como mencionado, radicais livres precisam captar elétrons para se reduzir. Quando captam elétrons de outras estruturas, estas ficam com menos elétrons e também se tornam radicais livres, gerando um efeito cascata. Quando a substância precisa captar elétrons, dizemos que ela tem um REDOX (potencial de oxi- redução) + (positivo). A maioria dos líquidos ingeridos tem um REDOX + e funciona como radicais livres.

   Entre todos os fatores que podem causar estresse oxidativo como poluentes ambientais, químicos, estresse adrenal, radiação e hábitos alimentares, este último é o que está mais ao nosso alcance. Com uma nutrição celular adequada, certamente nosso organismo lidará melhor com os outros fatores, amenizando o estresse em geral.

FONTE: Carreiro, Denise Madi. Entendendo a importância do processo alimentar. SP: Editora Vida & Consciência; 2012.



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   EQUILÍBRIO ÁCIDO-BÁSICO: SEU PAPEL NAS DOENÇAS CRÔNICAS E NA DESINTOXICAÇÃO.

   Na dieta moderna (contemporânea) consumimos mais alimentos ácidos (carnes, peixes e derivados do leite) do que alimentos básicos (frutas frescas e vegetais). Essa dieta, rica em proteínas, aumenta a carga ácida no organismo e torna o pH da urina ácido. A ingestão de uma dieta rica em carga ácida pode acarretar um nível baixo de acidose metabólica. 

   A carga ácida ao organismo, cronicamente, pode acarretar alguns problemas de saúde: osteoporose, doença renal e fadiga muscular.

   Com o objetivo de manter o equilíbrio ácido-básico através dos vários sistemas corporais, um sistema pode ser requerido para suportar o outro. Por exemplo, a matriz óssea contém uma reserva de substâncias alcalinas, tais como Cálcio e Magnésio os quais são retirados do osso para equilibrar uma dieta excessivamente ácida, nos casos de capacidade de tamponamento inadequada do sangue (ingestão inadequada de precursores de bicarbonatos). O osso torna-se então desmineralizado. Contudo, nos casos de repetitivos empréstimos tirados da reserva alcalina do corpo, em resposta a um aumento consistente da dieta com carga ácida, danos são observados na saúde (ex.: osteoporose). Em humanos, excesso de cálcio na urina e balanço negativo de cálcio (devido à saída de cálcio do osso) pode acarretar doença metabólica do osso e nefrolitíase.


   A modificação na dieta pode influenciar positivamente o metabolismo ósseo. Uma dieta apropriada favorece a neutralização da produção dos ácidos endógenos, o aumento da retenção de cálcio e do potássio, a redução dos marcadores de reabsorção óssea e o aumento dos marcadores de formação óssea em mulheres pós menopausa. Estudos comprovaram uma associação positiva entre o consumo de frutas alcalinas e vegetais com a preservação da densidade mineral óssea.

FISIOLOGIA DO EQUILÍBRIO ÁCIDO BÁSICO

O corpo tem sistemas orgânicos compartimentalizados que operam com PH específicos:

PH Sangue : 7,35 - 7,45
Suco gástrico : 1,20 - 3,00
Saliva : 35 - 6,85
Urina : 4,50 - 8,00
Músculo : 6,10
Fígado : 6,90
Suco pancreático : 7,80 - 8,00


   A maioria dos tecidos corporais permanece dentro de um PH neutro (PH de 7). Alguns sistemas corporais, como o sangue, são mais fortemente regulados do que outros (comparado ao da urina).

   O corpo humano tem vários meios pelos quais controla o equilíbrio ácido-básico:

Em nível celular, via reações químicas que geram ou consomem H+;
No sangue, pela assistência de bicarbonatos, aminoácidos, albumina, globulina, hemoglobina;
Sistemicamente, através da liberação de CO2 pelos pulmões e de H+ pelos rins.

  
   O PH da urina é um bom indicador da carga da acidose na dieta. O PH da urina responde à intervenção na dieta em pouco menos de 2 horas.

   O conceito de equilíbrio ácido básico no campo da medicina não é inteiramente novo e tem sido adotado por vários grupos dentro da comunidade médica. A medicina neuropática tem usado o equilíbrio ácido básico como um modelo teórico para explicar a fundamentação de várias doenças. A medicina alopática tem examinado a modulação do PH em sistemas orgânicos específicos, tal como o renal, para controlar a formação de pedras e a eliminação de toxinas. Por exemplo, a alcalinização da urina tem sido parte de um protocolo médico para o tratamento e prevenção de pedras (ácido úrico).

   Outro aspecto do equilíbrio ácido básico é o seu papel na desintoxicação ou na remoção aguda de drogas ou veneno devido à overdose ou por meio de um protocolo de nutrição para suportar a desintoxicação metabólica e diminuição das toxinas da dieta.


   A alcalinização do PH urinário é um método empregado em condições agudas para realçar a eliminação de toxinas nos casos de overdose severa. A acidificação da urina também aumenta a eliminação de toxinas específicas, embora em menor grau.

   O método pelo qual a alcalinização da urina provoca um aumento da eliminação de toxinas é um processo conhecido como “ion trapping”, que é a habilidade para aumentar a excreção urinária de produtos ácidos e prevenir a reabsorção de xenobióticos (nome que se dá a qualquer substância química ou molécula estranha ao sistema biológico em questão, originada externamente (ex.: metais tóxicos, agrotóxicos) ou internamente (ex.: radicais livres e espécies reativas de oxigênio e nitrogênio)) pelos túbulos renais.


   Ressaltam-se o Potássio e os vegetais como elementos importantes para facilitar a biotransformação da toxina. Vegetais cozidos, tais como brócolis, couve flor e cenoura, favorecem, também, a alcalinização do PH urinário.


   Segundo os autores, recomenda-se introduzir na dieta agentes alcalinizantes específicos, tais como aquelas que apresentam potássio para facilitar a desintoxicação do organismo. O consumo adequado de potássio é de 4,7g diárias, segundo a DASH, com o intuito de manter a pressão arterial baixa, diminuir os efeitos do consumo de sal, diminuir o risco de pedras nos rins e possibilitar a redução da incidência de perda óssea. Para a população saudável, o consumo de potássio em níveis mais altos do que o recomendável não confere riscos devido à habilidade dos rins de excretar grandes quantidades. Contudo o consumo do potássio deve ser monitorado para pacientes com falência renal aguda ou crônica e doença cardíaca pré-existente e para aqueles com medicação que aumente a reserva de potássio no corpo.

   Há vários estudos que comprovaram o uso do citrato de potássio para conter a reabsorção óssea causada pela acidemia crônica oriunda de dieta rica em proteínas. Alimentos ricos em citrato, tais como, frutas e vegetais, são benéficos. O citrato é metabolizado para bicarbonato no corpo, contribuindo para potencializar o tamponamento do sangue.

FONTE: Minich D.M. Acid-Alkaline balance: role in chronic disease and detoxification. Alternative therapies, v..13, n.4, 2007.


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Água ácida atrapalha no equilíbrio do pH sanguíneo.

    O Mau radical livre causa envelhecimento precoce das células, causando toda sorte de doenças.


    Na escala química, o pH do nosso sangue é levemente alcalino 7,36 a 7,4 e as células saudáveis também; elas morrem em ambiente ácido enquanto que as células cancerosas morrem em um ambiente alcalino; portanto devemos tomar água alcalina ou alcalinizada por meio do consumo da água ionizada, para a manutenção do ph do sangue em 7,4. O sangue perde até 70% do oxigênio se o pH baixar para 7,3 obrigando o organismo a retirar reservas minerais alcalinas dos ossos, porém isto causa doenças a longo prazo, como câncer e osteoporose.

  

   Evite beber qualquer tipo de refrigerante que é ácido (pH de 2,5) e qualquer líquido e alimentos (como iogurte, leites, outros) engarrafados em recipiente plástico devido ao BPA – Bisphenol A que é altamente cancerígeno. Evite o consumo de água engarafada, que além de serem fluoretados, contém impurezas, acidez e BPA.
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O que é meio alcalino e ácido e como essa relação repercute no meio ambiente do sangue e das células.

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O fisiologista francês Dr. Alexis Carrel, ganhador de premio Nobel de medicina em 1912, conseguiu manter com vida, por 28 anos, uma cultura de células cardíacas de um embrião de galinha. E como?  Trocando a água diariamente e conservando-as banhadas em um fluido ligeiramente alcalino até o dia em que resolver para com o experimento.
   Conclui-se, pois, que se a eterna juventude celular depende basicamente da adequada alcalinização dos líquidos ao seu redor, qualquer atitude mental, alimento ou o que quer que seja que gere resíduos ácidos ou radicais livres (promovem corrosão e lesão celular e do DNA), tem que ser reconhecido e tratado como o verdadeiro vilão, que é, do envelhecimento.
ÁCIDO x ALCALINO
    Quando optamos pela preservação, prevenção e revitalização da saúde física, equilíbrio emocional e potência mental com o objetivo de usufruirmos o máximo da nossa condição humana, é fundamental que nos conscientizemos de que, por mais impossível que possa parecer, tudo isso depende, diretamente, da qualidade de vida de nossas células – a qual, por sua vez, reflete a diferença do potencial de hidrogênio (pH) entre os líquidos intra e extra celulares.
    Classifica-se como alcalina qualquer substância composta por moléculas que tenham excesso de elétrons (em relação aos prótons), ou qualquer movimento físico, atitude mental e emoção/sentimento cujo resultado metabólico disponibilize um superávit de elétrons, armazenados no organismo como resíduos alcalinos. Por essa razão possuem carga negativa, doam elétrons nas ligações químicas para ficarem estáveis, isto é, com 8 elétrons na última camada eletrônica.
    Ácidos são todos os compostos com excesso de prótons, porém carente de elétrons ou ainda qualquer coisa absorvida ou vivenciada que traga um excedente de carga elétrica positiva (sempre carente de estabilidade) para o organismo. Por exemplo, a origem das reações oxidantes promovidas pelos radicais livres, que resultam na proliferação de resíduos ácidos.

A VIDA CELULAR
   
A qualidade de vida de uma célula está diretamente relacionada à diferença de potencial entre os líquidos intra e extracelulares. É essa diferença que faz com que a célula pulse, viva! O líquido interno precisa conservar uma carga ligeiramente positiva, isto é, com o pH ácido. O líquido extracelular, no qual a célula está mergulhada, por outro lado, tem que ser mantido negativamente polarizado, isto é, com o pH ligeiramente alcalino.
    Qualquer diminuição na diferença entre as cargas bioelétricas desses dois líquidos refletir-se-á na desaceleração da pulsação celular. E células desvitalizadas são sinônimo de células envelhecidas.
    O mecanismo mais comum para que isso ocorra é a acidificação dos líquidos extracelulares, que variam rapidamente de acordo com o que acabamos de ingerir. Açúcar e farinha branca, frituras em óleos ranços, alimentos aditivados pelo progresso industrial, bebidas gasosas etc., enfim, tudo aquilo que já conhecemos como alimentos de natureza bioestática e biocida, são os grandes protagonistas desse quadro onde as células mortas, igualmente acidificantes, só tendem a acelerar ainda mais o processo do envelhecimento. Pelo tempo que esse ciclo vicioso estiver em vigor, o organismo manter-se-á sob padrões de degenerescência orgânica.
MINERAIS & EMOÇÕES
    Os minerais são os mais potentes ionizadores ( íons - moléculas que doam ou recebem elétrons ) dos nossos líquidos corpóreos, onde funcionam como marca-passos para a manutenção da pulsação celular.
    Cálcio, zinco, ferro, magnésio, sódio, potássio e manganês são fortes alcalinizantes e atuam como elementos energizantes e neutralizadores, com uma boa carga negativa pronta a ser liberada.

  Fósforo, súlfur (enxofre), cloro, iodo, bromo, flúor, cobre e sílica são poderosos acidificantes, com excesso de íons positivos indispensáveis à otimização dos líquidos da saliva bucal, do ácido clorídrico estomacal, do ácido docosahexaenóico (DHA) cerebral etc., assim como para o perfeito desempenho das funções dos líquidos intra-celulares.
    Semelhantes aos minerais, as emoções, os sentimentos, a agilização ou quietude mental ou física, também têm potencial para alcalinizar ou acidificar partes do organismo em questão de frações de segundos.
    Os problemas aparecem quando entramos na ciranda da simpaticotonia, que sempre funciona nos dois sentidos, do estresse tendendo a acidificar o sangue, e da acidificação do sangue gerando o estresse. As glândulas, hipersensíveis às variações do pH, estão sempre espelhando as variações iônicas por meio da liberação de hormônios que, por sua vez, condicionam o humor, as emoções, os sentimentos etc., que dão o tom à vida, voltando a interagir com o próprio campo eletromagnético que os gerou.
   Um organismo acidificado tende a manifestar sentimentos, emoções e reações ?ácidas?. O estresse, a raiva, a inveja, a ansiedade, o ciúme, os julgamentos, os exercícios extenuantes, as competições, o calor, a secura etc., também induzem à acidificação do organismo em questão de segundos. Do mesmo modo, é comum ao organismo devidamente alcalinizado compartilhar freqüências, sentimentos e emoções prazerosos, enquanto que um estado meditativo ou de oração, a vivência do amor, do bem, do belo, da verdade, do prazer, da compaixão, do yoga, do frio, da umidade etc., são ?alimentos? de grande potencial alcalinizante.
O ÁCIDO CLORÍDRICO
    O ácido clorídrico (HCl) é o único ácido forte produzido pelo próprio organismo em condições normais. Protagonista número um do início de uma boa digestão, é por meio da sua propriedade extremamente corrosiva que o bolo alimentar recebe o seu último cozimento, no qual qualquer microorganismo é extinto e qualquer incompatibilidade alimentar é equalizada. Se ele falhar, todo o processo digestivo fica comprometido. Apesar de se dizer que a partir dos 25 anos o ácido clorídrico começa a enfraquecer, sua deficiência já está sendo detectada em inúmeros indivíduos mais jovens, muito provavelmente em decorrência da qualidade da alimentação moderna. Todos os outros ácidos encontrados no organismo são frutos do metabolismo do que ingerimos (alimentos, fumo, drogas, medicamentos etc.), do estresse (muscular, emocional, mental etc.) ou ainda da energia que nos é transmitida do meio ambiente (zonas geopáticas, radiação, poluição etc.).
SISTEMAS TAMPÃO
    Para que o pH do sangue seja mantido dentro dos seus limites, contamos com inúmeros sistemas de proteção conhecidos como sistemas tampão – mecanismo pelo qual o organismo consegue absorver ou neutralizar os resíduos ácidos que a corrente sangüínea não tem mais condição de acumular, e que os pulmões ou os rins, por incapacidade ou sobrecarga, encontram-se sem condições de eliminar.

Quando utilizamos os tecidos conjuntivos como esponjas metabólicas?, o lixo ácido é acumulado ao nível do colágeno. E se esse padrão não for interrompido, a estrutura coloidal dos tecidos tende a se transformar num gel cada vez mais espesso, que acaba se solidificando e provocando deformações estruturais.
    Para neutralizar uma acidez do pH sangüíneo, o organismo tende a utilizar-se do fosfato de cálcio sob a forma mineral da hidroxiapatite, poderoso alcalinizante que estocamos em abundância nos ossos. Este, quando em meio ácido, se dissolve rapidamente e deságua na corrente sangüínea até que o pH do sangue volte ao normal. Assim, em detrimento da densidade óssea, a possibilidade de um colapso metabólico é neutralizada.
    Pelo que acaba de ser exposto, e pelo que ainda virá a ser dito, urge que seja amplamente divulgada, como um serviço educacional de saúde pública, a informação de que a acidez da corrente sangüínea com todas as suas conseqüências patológicas não é castigo de Deus, nem tampouco um jogo de sorte ou azar. Ela é simplesmente o reflexo da qualidade dos alimentos ingeridos, da interrelação do organismo com o meio ambiente que freqüenta e das atitudes mentais geradas pelo Ser.
A ACIDIFICAÇÃO DO ORGANISMO

    Rins e pulmões são os mais importantes portais de eliminação do lixo ácido. Os ácidos voláteis ou fracos, oriundos do metabolismo das proteínas de origem vegetal, são mais fáceis de serem normalmente eliminados pelos pulmões. Entretanto, a eliminação dos ácidos fortes, derivados do metabolismo das proteínas animais e elementos químicos, é restringida pelas limitações dos rins.
Desde que os ácidos sejam passíveis de ser naturalmente eliminados, a boa saúde do organismo não está ameaçada. Mas, se começamos a somar a ausência de vitaminas e sais minerais, dos quais depende a eficácia das enzimas digestivas e do ácido clorídrico, ao excesso de consumo de proteínas, logo começaremos a viver nos limites do perigo. E se a esse quadro adicionarmos uma corrente sangüínea constantemente sobrecarregada de resíduos ácidos, e mais rins e pulmões inadimplentes, aí sim, passamos a conviver com processos de degenerescência gritantes.

    No caso de um excesso de proteínas animais vir a acionar o sistema tampão dos tecidos conjuntivos, os resíduos ácidos resultantes do seu metabolismo irão se fixar ao nível do colágeno, proteína responsável pela sustentação, respiração, nutrição e hidratação de todas as células e tecidos do corpo. E aí aguardarão até que a corrente sangüínea volte a se alcalinizar, ao trocar seu processo de acidificação diurna, resultante dos mecanismos de assimilação e estocagem, pelo de eliminação e revitalização noturna, para alcançarem os rins e serem eliminados.

    Apesar de ser fácil e bastante comum a medição do pH da urina e da saliva, o resultado desses exames nos revela unicamente a quantidade do lixo ácido flutuante naquele determinado momento. Por isso, é comum que pessoas que sofrem dos mais diferentes tipos de dor ou mal estar recebam laudos laboratoriais atestando um estado de saúde perfeito ou quase perfeito.
Na ausência de uma metodologia científica adequada, só dispomos de uma lista de sintomas já relacionados ao excesso de acidez, além de também podermos ter certeza da sua presença sempre que temos febre, uma dor ou uma inflamação localizada.
PATOLOGIAS E DISFUNÇÕES ÁCIDAS
    As origens das patologias e dos desequilíbrios abaixo relacionadas podem ser múltiplas, porém todos apresentam como denominador comum um alto grau de acidez.
    Acne,Alergia,Artrite,Asma cardíaca,Bronquite crônica,Cãibra,Cáries,Diabetes,Disfunções hepato-vesiculares,Disfunções renais e urinárias,Dores musculares,Eczemas secos,Enxaquecas,Espasmos,Estado de espírito agitado,Exaustão,Fadiga matinal,Fibromialgia,Fome excessiva,Fraqueza,Gases,Gastrite,Gengivite,Gota,Hiperglicemia diabética,Hipertireoidismo, Infecções em geral,Infertilidade,Inflamação péptica, Leucemia, Leucorréia, Língua carregada de mucos (principalmente na parte posterior),Lombalgia,Mãos úmidas e frias,Mau hálito,Mau humor,Osteoporose,Paradontose,Pele grossa (principalmente no rosto),Perturbação do apetite,Perturbação do sono (principalmente entre1 e 3 horas da manhã),Prisão de Ventre,Problemas articulares,Problemas cardiovasculares,Problemas da menopausa,Problemas de concentração, Problemas de gravidez, Problemas de memória, Problemas de circulação (hipotenia),Problemas nos músculos, tendões e ligamentos,Queda de cabelos,Raiva,Reumatismo,Sensação de estômago cheio,Síndrome do pânico,Suores excessivos,Tensão ré-menstrual,Tensões musculares,Transpiração nos pés,Úlceras gástricas e duodenais.
ALIMENTOS ACIDIFICANTES
    Os alimentos acidificantes são aqueles que, por produzirem fortes ácidos, vão sempre se utilizar das reservas alcalinas do organismo, sobretudo na ausência de enzimas próprias ao metabolismo do alimento, ou de reservas alcalinas oriundas de outros alimentos e/ou suplementos alcalinizantes.
Apesar dos alimentos protéicos serem os primeiros apontados como poderosos acidificantes, com exceção do painço, trigo sarraceno ou mourisco, amaranto, quinoa e dos grãos germinados, a maioria dos cereais, integrais ou não, também acidificam o organismo.
    Generalizando, os protéicos nutrem a forma, enquanto os carboidratos complexos sob a forma dos cereais (cuja forma ainda não tenha sido desintegrada até a hora do seu preparo) e as sementes nutrem o sistema nervoso e a memória genética. Portanto, a questão que se impõe não é a de abandoná-los, mas de aprender a manipulá-los e escolhê-los segundo a compatibilidade (constituição, condição, atividade, localização geográfica, estação do ano etc.) de cada Ser, assim como de neutralizar essa acidez com frutas e vegetais, levando igualmente em consideração tudo que acaba de ser citado.
   A acidez das leguminosas e cereais, por exemplo, é amenizada quando são deixados de molho em água a fermentar. No caso particular do arroz e trigo integrais é fundamental que a enzima fitase tenha tempo de ser induzida à ação e metabolize o ácido fítico, que se concentra na película externa, e é um dos maiores ladrões dos minerais alcalinos, ou seja, cálcio, zinco, ferro e magnésio.
   A influência do meio ambiente não deve ser negligenciada, porque assim como os climas quentes e secos induzem a uma acidificação orgânica, os climas frios e úmidos alcalinizam. Essa é uma das razões mais importantes para que comamos as frutas e os vegetais da estação e adaptemos o modo de cozimento também à fenomenologia não só da estação como também do dia: frio ou quente; úmido ou seco; com muito vento ou sem brisa alguma, etc.
    Nos climas quentes e secos, por exemplo, o organismo tende naturalmente a acidificar-se. Por isso, a predominância de alimentos alcalinos – mais aquosos, refrescantes e de digestão mais leve e rápida – colabora com a manutenção do equilíbrio homeostático do organismo. Assim, quem vive em zonas extremamente quentes e áridas, como o deserto, necessita cerca de 95% de alimentos alcalinizantes e mais aquosos.
    Os climas frios e úmidos induzem à alcalinização natural do organismo. Assim, os alimentos mais ácidos, mais secos e de digestão mais lenta (como as oleaginosas, as sementes e as carnes) são os que melhor promoverão o seu aquecimento e o seu equilíbrio hídrico. Por isso, para os esquimós, a alimentação à base de carne de peixe gordurosa realmente é a dieta ideal.
O que não se pode nunca esquecer é que veneno é uma simples questão de quantidade e de incompatibilidade com o meio ambiente ou com a capacidade metabólica de cada individuo. Por isso, quando o meio ambiente se apresenta com muita turbulência, como no caso de ventanias, muita chuva, trovões etc., deve-se comer o menos possível, para que a energia necessária ao reequilíbrio homeostático não seja desviada para o processo da digestão, do contrário nenhum dos dois objetivos será satisfatoriamente alcançado.

    Os laticínios obtidos com cuidados biológicos, e não pasteurizados, produzem cetonas e uréia, ácidos com fraco poder de acidificação. Esses mesmos laticínios, quando submetidos a um processo de lacto-fermentação natural (iogurte, coalhada…) tornam-se alcalinizantes.
    Já laticínios produzidos por uma agropecuária que se utiliza de produtos químicos, ou que tenham sofrido pasteurização (eliminação das enzimas responsáveis pelo seu processo de decomposição natural), são altamente acidificantes e, portanto, poderosos promotores da osteoporose, das cáries, da artrite e de todas as mazelas que o acúmulo de lixo ácido no organismo é capaz de promover. Isso porque a pasteurização, além de destruir as enzimas, também destrói a vitamina C e a biovitalidade do alimento. Além do mais, modificando a estrutura das moléculas protéicas, a pasteurização torna esses alimentos totalmente indigestos.
    Alimentos ricos em alcalóides, como café, chá e chocolate, também são ricos em purinas e, portanto, acidificantes. Diferentemente dos humanos, os animais carnívoros têm, por natureza, a enzima úrica que os protege da sobrecarga do ácido úrico, causa de tantos reumatismos gotosos, das litíases renais etc.
De modo semelhante ao açúcar, são igualmente acidificantes todas as gorduras e óleos: hidrogenados (cuidado com as margarinas ou qualquer outra gordura hidrogenada hoje embutida em todos os alimentos derivados da indústria alimentícia), refinados, sintéticos, todos os ?trans? e tudo que seja oposto aos óleos vegetais extra-virgens, resultantes da primeira extração a frio.

    São também acidificantes todos os alimentos velhos ou que:

- Não concluíram o ciclo de maturação no próprio pé.

- Foram gerados por sementes manipuladas ou transgênicas.

- Oriundos de uma agricultura não biológica.

- Tenham tido suas moléculas estouradas pelo congelamento.

- Tenham sido desnaturados, artificialmente ?enriquecidos?, submetidos a irradiação, expostos a campos eletromagnéticos, etc. – em graus diferenciados.

    ALIMENTOS ALCALINIZANTES

    Para que um alimento seja considerado alcalinizante ele tem que ter uma boa quantidade de sais minerais e oligo-elementos alcalinos, e gerar ácidos orgânicos fracos.
   Nossa fonte mais rica em sais minerais e oligo-elementos é o oceano. No final do século passado, ao mesmo tempo em que Pasteur descobria como matar os microorganismos patogênicos, René Quinton descobria que os nossos líquidos corpóreos, apesar de bastante mais diluídos, nada mais são do que uma réplica das águas oceânicas de biocenose e que enquanto assim se mantiverem, não há biótico patogênico que neles consiga sobreviver ou célula que não consiga se manter permanentemente jovem e vitalizada, como foi o caso da célula do embrião de galinha, mantida viva por 28 anos.
Só os alimentos que vêm do mar têm condição de aportar toda a gama de sais minerais necessários à manutenção da saúde dos nossos líquidos intra e extracelular, cuja importância já foi descrita. Assim, tanto o sal marinho natural (não confundir com o sal refinado, que não passa de puro cloreto de sódio iodado, uma aberração alcalina) como os sais de rocha (sedimentos marinhos), as algas marinhas e o plasma marinho, cuidadosamente extraído das águas ressurgentes nos vórtices dos oceânicos (igualmente rico em zooplânctons e fitoplânctons, além de micro cadeias de carbono que os estudiosos dizem ter o poder de ativar a memória do nosso DNA), são os alimentos mais completos em elementos alcalinos.

    Se formos generalizar, as frutas, as verduras e os legumes seriam todos alimentos alcalinizantes, cujas duas maiores riquezas são: sais minerais já ionizados e moléculas vivas de água – na medida que sejam mantidos na sua forma original até a hora de serem preparados para consumo, já que a carga elétrica de suas moléculas depende do campo eletromagnético no qual se encontra inserido, e este depende da forma do alimento como campo gravitacional.

    A saúde do corpo depende da higiene alimentar, pois é nos intestinos que a grande maioria das doenças floresce. Entretanto, devido à baixa qualidade dos alimentos atuais e à vida muito estressante (leia-se acidificante) que levamos, uma alimentação com maior percentagem de frutas e verduras da mais alta qualidade e a suplementação com água alcalina, não pode mais ser negligenciada nem classificada como supérflua, sobretudo quando sabemos que a acidificação do organismo extrapola a saúde física e atinge as esferas do bem-estar emocional e da sanidade mental.  






    

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      - Aumento da Hidratação;
      - Previne e reduz o envelhecimento precoce;
     - Auxilia no tratamento das enfermidades, como: Artrose, Azia, Câncer, Ateriosclerose, Pressão Alta, Diabetes, Gastrites e doenças gástricas em geral, varizes, AVC, cardiopatias, obesidade.Ótimo aliado à uma nutrição equilibrada, e na prática dos exercícios físicos.

      

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