sábado, 21 de fevereiro de 2015

BEBA ÁGUA com Sais Minerais ANTIOXIDANTES.


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   O que é meio alcalino e ácido e como essa relação repercute no meio ambiente do sangue e das células?

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   O fisiologista francês Dr. Alexis Carrel, ganhador de prêmio Nobel de medicina em 1912, conseguiu manter com vida, por 28 anos, uma cultura de células cardíacas de um embrião de galinha. E como?  Trocando a água diariamente e conservando-as banhadas em um fluido ligeiramente alcalino até o dia em que resolver parar com o experimento.
    Concluiu o referido Dr. que a vida celular saudável depende basicamente em propiciar um adequado equilíbrio ácido/base dos líquidos ao seu redor. Este equilíbrio é prejudicado por fatores psicológicos adversos, alimentação industrializada em excesso, stress ou o que quer que seja, devido aos resíduos ácidos nocivos por serem extremamente oxidantes. Estes fatores associados a causas naturais como respiração, reações metabólicas como a queima de energia, e digestão por exemplo, também produzem radicais livres ruins, que causam lesão e envelhecimento das células. A acidose crônica tem que ser reconhecido e tratado como o verdadeiro vilão do envelhecimento e das doenças degenerativas

ÁCIDO x ALCALINO


    Quando optamos pela preservação, prevenção e revitalização da saúde física, equilíbrio emocional e potência mental com o objetivo de usufruirmos o máximo da nossa condição humana, é fundamental que nos conscientizemos de que, por mais impossível que possa parecer, tudo isso depende, diretamente, da qualidade de vida de nossas células – a qual, por sua vez, reflete a diferença do potencial de hidrogênio (pH) entre os líquidos intra e extra celulares. Lembro que nosso sangue é levemente alcalino, e até 70% do nosso corpo é água.
    Classifica-se como alcalina qualquer substância composta por moléculas que tenham excesso de elétrons (em relação aos prótons) na última camada eletrônica, ou qualquer movimento físico, atitude mental e emoção/sentimento cujo resultado metabólico disponibilize um superávit de elétrons, armazenados no organismo como resíduos alcalinos. Possuem carga negativa e são doadores de elétrons nas ligações químicas para ficarem estáveis, isto é, com 8 elétrons na última camada eletrônica.
    Ácidos são todos os compostos com excesso de prótons, porém devido a esta carência, são receptores de elétrons. Por esta razão possuem carga elétrica positiva O equilíbrio ácido base depende do parelhamento entre íons (qualquer molécula com capacidade para ceder ou atrair elétrons) de cargas opostas. Por exemplo as reações químicas do corpo produzem os radicais livres, moléculas que formam o meio ácido.

A VIDA CELULAR

   
   A qualidade de vida de uma célula está diretamente relacionada à diferença de potencial entre os líquidos intra e extracelulares. É essa diferença que faz com que a célula pulse, viva! O líquido interno precisa conservar uma carga ligeiramente positiva, isto é, com o pH ácido. O líquido extracelular, no qual a célula está mergulhada, por outro lado, tem que ser mantido negativamente polarizado, isto é, com o pH ligeiramente alcalino.
    Qualquer diminuição na diferença entre as cargas bioelétricas desses dois líquidos refletir-se-á na desaceleração da pulsação celular. E células desvitalizadas são sinônimo de células envelhecidas.
    O mecanismo mais comum para que isso ocorra
é a acidificação dos líquidos extracelulares, que variam rapidamente de acordo com o que acabamos de ingerir. Açúcar e farinha branca, frituras em óleos ranços, alimentos aditivados pelo progresso industrial, bebidas gasosas etc., enfim, tudo aquilo que já conhecemos como alimentos de natureza bioestática e biocida, são os grandes protagonistas desse quadro onde as células mortas, igualmente acidificantes, só tendem a acelerar ainda mais o processo do envelhecimento. Pelo tempo que esse ciclo vicioso estiver em vigor, o organismo manter-se-á sob padrões de degenerescência orgânica.

MINERAIS & EMOÇÕES


    Os minerais são os mais potentes ionizadores (íons - moléculas que doam ou recebem elétrons) dos nossos líquidos corpóreos, onde funcionam como marca-passos para a manutenção da pulsação celular.
    Cálcio, zinco, ferro, magnésio, sódio, potássio e manganês são fortes alcalinizantes e atuam como elementos energizantes e neutralizadores, com uma boa carga negativa pronta a ser liberada.
Fósforo, súlfur (enxofre), cloro, iodo, bromo, flúor, cobre e sílica são poderosos acidificantes, com excesso de íons positivos indispensáveis à otimização dos líquidos da saliva bucal, do ácido clorídrico estomacal, do ácido docosahexaenóico (DHA) cerebral etc., assim como para o perfeito desempenho das funções dos líquidos intracelular.
    Semelhantes aos minerais, as emoções, os sentimentos, a agilização ou quietude mental ou física, também têm potencial para alcalinizar ou acidificar partes do organismo em questão de frações de segundos.
    Os problemas aparecem quando entramos na ciranda da simpaticotonia, que sempre funciona nos dois sentidos, do estresse tendendo a acidificar o sangue, e da acidificação do sangue gerando o estresse. As glândulas, hipersensíveis às variações do pH, estão sempre espelhando as variações iônicas por meio da liberação de hormônios que, por sua vez, condicionam o humor, as emoções, os sentimentos etc., que dão o tom à vida, voltando a interagir com o próprio campo eletromagnético que os gerou.
   Um organismo acidificado tende a manifestar sentimentos, emoções e reações ácidas? O estresse, a raiva, a inveja, a ansiedade, o ciúme, os julgamentos, os exercícios extenuantes, as competições, o calor, a secura etc., também induzem à acidificação do organismo em questão de segundos. Do mesmo modo, é comum ao organismo devidamente alcalinizado compartilhar frequências, sentimentos e emoções prazerosos, enquanto que um estado meditativo ou de oração, a vivência do amor, do bem, do belo, da verdade, do prazer, da compaixão, do yoga, do frio, da umidade etc., são alimentos de grande potencial alcalinizante.

O ÁCIDO CLORÍDRICO


    O ácido clorídrico (HCl) é o único ácido forte produzido pelo próprio organismo em condições normais. Protagonista número um do início de uma boa digestão, é por meio da sua propriedade extremamente corrosiva que o bolo alimentar recebe o seu último cozimento, no qual qualquer microrganismo é extinto e qualquer incompatibilidade alimentar é equalizada. Se ele falhar, todo o processo digestivo fica comprometido. Apesar de se dizer que a partir dos 25 anos o ácido clorídrico começa a enfraquecer, sua deficiência já está sendo detectada em inúmeros indivíduos mais jovens, muito provavelmente em decorrência da qualidade da alimentação moderna. Todos os outros ácidos encontrados no organismo são frutos do metabolismo do que ingerimos (alimentos, fumo, drogas, medicamentos etc.), do estresse (muscular, emocional, mental etc.) ou ainda da energia que nos é transmitida do meio ambiente (zonas geopáticas, radiação, poluição etc.).

SISTEMAS TAMPÃO


    Para que o pH do sangue seja mantido dentro dos seus limites, contamos com inúmeros sistemas de proteção conhecidos como sistemas tampão – mecanismo pelo qual o organismo consegue absorver ou neutralizar os resíduos ácidos que a corrente sanguínea não tem mais condição de acumular, e que os pulmões ou os rins, por incapacidade ou sobrecarga, encontram-se sem condições de eliminar.

   Quando utilizamos os tecidos conjuntivos como esponjas metabólicas? o lixo ácido é acumulado ao nível do colágeno. E se esse padrão não for interrompido, a estrutura coloidal dos tecidos tende a se transformar num gel cada vez mais espesso, que acaba se solidificando e provocando deformações estruturais.
    Para neutralizar uma acidez do pH sanguíneo, o organismo tende a utilizar-se do fosfato de cálcio sob a forma mineral da hidroxiapatite, poderoso alcalinizante que estocamos em abundância nos ossos. Este, quando em meio ácido, se dissolve rapidamente e deságua na corrente sanguínea até que o pH do sangue volte ao normal. Assim, em detrimento da densidade óssea, a possibilidade de um colapso metabólico é neutralizada.
    Pelo que acaba de ser exposto, e pelo que ainda virá a ser dito, urge que seja amplamente divulgada, como um serviço educacional de saúde pública, a informação de que a acidez da corrente sanguínea com todas as suas consequências patológicas não é castigo de Deus, nem tampouco um jogo de sorte ou azar. Ela é simplesmente o reflexo da qualidade dos alimentos ingeridos, da Inter relação do organismo com o meio ambiente que frequenta e das atitudes mentais geradas pelo Ser.

A ACIDIFICAÇÃO DO ORGANISMO


    Rins e pulmões são os mais importantes portais de eliminação do lixo ácido. Os ácidos voláteis ou fracos, oriundos do metabolismo das proteínas de origem vegetal, são mais fáceis de serem normalmente eliminados pelos pulmões. Entretanto, a eliminação dos ácidos fortes, derivados do metabolismo das proteínas animais e elementos químicos, é restringida pelas limitações dos rins.
Desde que os ácidos sejam passíveis de ser naturalmente eliminados, a boa saúde do organismo não está ameaçada. Mas, se começamos a somar a ausência de vitaminas e sais minerais, dos quais depende a eficácia das enzimas digestivas e do ácido clorídrico, ao excesso de consumo de proteínas, logo começaremos a viver nos limites do perigo. E se a esse quadro adicionarmos uma corrente sanguínea constantemente sobrecarregada de resíduos ácidos, e mais rins e pulmões inadimplentes, aí sim, passamos a conviver com processos de degenerescência gritantes.

    No caso de um excesso de proteínas animais vir a acionar o sistema tampão dos tecidos conjuntivos, os resíduos ácidos resultantes do seu metabolismo irão se fixar ao nível do colágeno, proteína responsável pela sustentação, respiração, nutrição e hidratação de todas as células e tecidos do corpo. E aí aguardarão até que a corrente sanguínea volte a se alcalinizar, ao trocar seu processo de acidificação diurna, resultante dos mecanismos de assimilação e estocagem, pelo de eliminação e revitalização noturna, para alcançarem os rins e serem eliminados.

    Apesar de ser fácil e bastante comum a medição do pH da urina e da saliva, o resultado desses exames nos revela unicamente a quantidade do lixo ácido flutuante naquele determinado momento. Por isso, é comum que pessoas que sofrem dos mais diferentes tipos de dor ou mal estar recebam laudos laboratoriais atestando um estado de saúde perfeito ou quase perfeito.
Na ausência de uma metodologia científica adequada, só dispomos de uma lista de sintomas já relacionados ao excesso de acidez, além de também podermos ter certeza da sua presença sempre que temos febre, uma dor ou uma inflamação localizada.

PATOLOGIAS E DISFUNÇÕES ÁCIDAS

    As origens das patologias e dos desequilíbrios abaixo relacionadas podem ser múltiplas, porém todos apresentam como denominador comum um alto grau de acidez.
    Acne, Alergia, Artrite, Asma cardíaca, Bronquite crônica, Cãibra, Cáries, Diabetes, Disfunções hepato-vesiculares, Disfunções renais e urinárias, Dores musculares, Eczemas secos, Enxaquecas, Espasmos, Estado de espírito agitado, Exaustão, Fadiga matinal, Fibromialgia, Fome excessiva, Fraqueza, Gases, Gastrite, Gengivite, Gota, Hiperglicemia diabética, Hipertireoidismo, Infecções em geral, Infertilidade, Inflamação péptica, Leucemia, Leucorréia, Língua carregada de mucos (principalmente na parte posterior), Lombalgia, Mãos úmidas e frias, Mau hálito, Mau humor, Osteoporose, Paradontose, Pele grossa (principalmente no rosto), Perturbação do apetite, Perturbação do sono (principalmente entre1 e 3 horas da manhã), Prisão de Ventre, Problemas articulares, Problemas cardiovasculares, Problemas da menopausa, Problemas de concentração, Problemas de gravidez, Problemas de memória, Problemas de circulação (hipotenia), Problemas nos músculos, tendões e ligamentos, Queda de cabelos, Raiva, Reumatismo, Sensação de estômago cheio, Síndrome do pânico, Suores excessivos, Tensão pré-menstrual, Tensões musculares, Transpiração nos pés, Úlceras gástricas e duodenais.

ALIMENTOS ACIDIFICANTES


    Os alimentos acidificantes , especialmente os industrializados, são aqueles que, por produzirem fortes ácidos, vão sempre se utilizar das reservas alcalinas do organismo, sobretudo na ausência de enzimas próprias ao metabolismo do alimento, ou de reservas alcalinas oriundas de outros alimentos e/ou suplementos alcalinizantes.
Apesar dos alimentos proteicos serem os primeiros apontados como poderosos acidificantes, com exceção do painço, trigo sarraceno ou mourisco, amaranto, quinoa e dos grãos germinados, a maioria dos cereais, integrais ou não, também acidificam o organismo.
    Generalizando, os proteicos nutrem a forma, enquanto os carboidratos complexos sob a forma dos cereais (cuja forma ainda não tenha sido desintegrada até a hora do seu preparo) e as sementes nutrem o sistema nervoso e a memória genética. Portanto, a questão que se impõe não é a de abandoná-los, mas de aprender a manipulá-los e escolhê-los segundo a compatibilidade (constituição, condição, atividade, localização geográfica, estação do ano etc.) de cada Ser, assim como de neutralizar essa acidez com frutas e vegetais, levando igualmente em consideração tudo que acaba de ser citado.
   A acidez das leguminosas e cereais, por exemplo, é amenizada quando são deixados de molho em água a fermentar. No caso particular do arroz e trigo integrais é fundamental que a enzima fitase tenha tempo de ser induzida à ação e metabolize o ácido fítico, que se concentra na película externa, e é um dos maiores ladrões dos minerais alcalinos, ou seja, cálcio, zinco, ferro e magnésio.
   A influência do meio ambiente não deve ser negligenciada, porque assim como os climas quentes e secos induzem a uma acidificação orgânica, os climas frios e úmidos alcalinizam. Essa é uma das razões mais importantes para que comamos as frutas e os vegetais da estação e adaptemos o modo de cozimento também à fenomenologia não só da estação como também do dia: frio ou quente; úmido ou seco; com muito vento ou sem brisa alguma, etc.
    Nos climas quentes e secos, por exemplo, o organismo tende naturalmente a acidificar-se. Por isso, a predominância de alimentos alcalinos – mais aquosos, refrescantes e de digestão mais leve e rápida – colabora com a manutenção do equilíbrio homeostático do organismo. Assim, quem vive em zonas extremamente quentes e áridas, como o deserto, necessita cerca de 95% de alimentos alcalinizantes e mais aquosos.
    Os climas frios e úmidos induzem à alcalinização natural do organismo. Assim, os alimentos mais ácidos, mais secos e de digestão mais lenta (como as oleaginosas, as sementes e as carnes) são os que melhor promoverão o seu aquecimento e o seu equilíbrio hídrico. Por isso, para os esquimós, a alimentação à base de carne de peixe gordurosa realmente é a dieta ideal.
O que não se pode nunca esquecer é que veneno é uma simples questão de quantidade e de incompatibilidade com o meio ambiente ou com a capacidade metabólica de cada individuo. Por isso, quando o meio ambiente se apresenta com muita turbulência, como no caso de ventanias, muita chuva, trovões etc., deve-se comer o menos possível, para que a energia necessária ao reequilíbrio homeostático não seja desviada para o processo da digestão, do contrário nenhum dos dois objetivos será satisfatoriamente alcançado.

    Os laticínios obtidos com cuidados biológicos, e não pasteurizados, produzem cetonas e ureia, ácidos com fraco poder de acidificação. Esses mesmos laticínios, quando submetidos a um processo de lacto-fermentação natural (iogurte, coalhada…) tornam-se alcalinizantes.
    Já laticínios produzidos por uma agropecuária que se utiliza de produtos químicos, ou que tenham sofrido pasteurização (eliminação das enzimas responsáveis pelo seu processo de decomposição natural), são altamente acidificantes e, portanto, poderosos promotores da osteoporose, das cáries, da artrite e de todas as mazelas que o acúmulo de lixo ácido no organismo é capaz de promover. Isso porque a pasteurização, além de destruir as enzimas, também destrói a vitamina C e a bi vitalidade do alimento. Além do mais, modificando a estrutura das moléculas proteicas, a pasteurização torna esses alimentos totalmente indigestos.
    Alimentos ricos em alcaloides, como café, chá e chocolate, também são ricos em purinas e, portanto, acidificantes. Diferentemente dos humanos, os animais carnívoros têm, por natureza, a enzima úrica que os protege da sobrecarga do ácido úrico, causa de tantos reumatismos gotosos, das litíases renais etc.
De modo semelhante ao açúcar, são igualmente acidificantes todas as gorduras e óleos: hidrogenados (cuidado com as margarinas ou qualquer outra gordura hidrogenada hoje embutida em todos os alimentos derivados da indústria alimentícia), refinados, sintéticos, todos os trans? e tudo que seja oposto aos óleos vegetais extra virgens, resultantes da primeira extração a frio.

    São também acidificantes todos os alimentos velhos ou que:

- Não concluíram o ciclo de maturação no próprio pé.

- Foram gerados por sementes manipuladas ou transgênicas.

- Oriundos de uma agricultura não biológica.

- Tenham tido suas moléculas estouradas pelo congelamento.

- Tenham sido desnaturados, artificialmente enriquecidos, submetidos a irradiação, expostos a campos eletromagnéticos, etc. – em graus diferenciados.

    ALIMENTOS ALCALINIZANTES


  
 Para que um alimento seja considerado alcalinizante ele tem que ter uma boa quantidade de sais minerais e oligo-elementos alcalinos, e gerar ácidos orgânicos fracos.
   Nossa fonte mais rica em sais minerais e oligo-elementos é o oceano. No final do século passado, ao mesmo tempo em que Pasteur descobria como matar os microrganismos patogênicos, René Quinton descobria que os nossos líquidos corpóreos, apesar de bastante mais diluídos, nada mais são do que uma réplica das águas oceânicas de biocenose e que enquanto assim se mantiverem, não há biótico patogênico que neles consiga sobreviver ou célula que não consiga se manter permanentemente jovem e vitalizada, como foi o caso da célula do embrião de galinha, mantida viva por 28 anos.

   Só os alimentos que vêm do mar têm condição de aportar toda a gama de sais minerais necessários à manutenção da saúde dos nossos líquidos intra e extracelular, cuja importância já foi descrita. Assim, tanto o sal marinho natural (não confundir com o sal refinado, que não passa de puro cloreto de sódio iodado, uma aberração alcalina) como os sais de rocha (sedimentos marinhos), as algas marinhas e o plasma marinho, cuidadosamente extraído das águas ressurgentes nos vórtices dos oceânicos (igualmente rico em zooplânctons e fitoplânctons, além de micro cadeias de carbono que os estudiosos dizem ter o poder de ativar a memória do nosso DNA), são os alimentos mais completos em elementos alcalinos.

    Se formos generalizar, as frutas, as verduras e os legumes seriam todos alimentos alcalinizantes, cujas duas maiores riquezas são: sais minerais já ionizados e moléculas vivas de água – na medida que sejam mantidos na sua forma original até a hora de serem preparados para consumo, já que a carga elétrica de suas moléculas depende do campo eletromagnético no qual se encontra inserido, e este depende da forma do alimento como campo gravitacional.

    A saúde do corpo depende da higiene alimentar, pois é nos intestinos que a grande maioria das doenças floresce. Entretanto, devido à baixa qualidade dos alimentos atuais e à vida muito estressante (leia-se acidificante) que levamos, uma alimentação com maior percentagem de frutas e verduras da mais alta qualidade e a suplementação com água alcalina, não pode mais ser negligenciada nem classificada como supérflua, sobretudo quando sabemos que a acidificação do organismo extrapola a saúde física e atinge as esferas do bem-estar emocional e da sanidade mental.


    Para melhor compreensão, alguns conceitos devem ser apresentados: 


  1.   Ph. - É uma escala de grandeza que mede o Potencial Hidrogeniônico em um meio químico, que vai de 0 a 14.
  2.   ÍONS - Qualquer molécula com capacidade de doar ou receber elétrons nas ligações químicas.
  3.   Alcalino - Qualquer substância composta por moléculas que tenham excesso de elétrons. Por esta razão possuem carga negativa porque são doadores de elétrons nas ligações químicas.
  4.   Ácido - Qualquer substância composta por moléculas que tenham carência de elétrons. Por esta razão possuem carga positiva porque são receptores de elétrons.
  5.   Radicais livres - São moléculas instáveis e ácidas que compõe o lixo químico resultante do processo metabólico dos alimentos que ingerimos, da respiração, do estress da atividade física, muscular e mental, radiação, poluição etc. O radical livre causa oxidação ou envelhecimento celular. Muito presente na química dos alimentos industrializados, e na água.
  6.   IONIZAÇÃO : Troca de elétrons entre substâncias tornando o meio alcalino. Para o nosso interesse se dá pela adição da Hidroxila OH-, ou seja, a molécula não isolada de oxigênio ligado ao hidrogênio com carga negativa. 
  7.   Escala de Ph - Quanto mais hidrogênio com carga negativa a partir de 7 na escala, mais alcalino é a substância, e maior será a carga de oxigênio. Portanto mais antioxidante serão as moléculas.
  8.   Escala de Ph é logarítimica: Substância com Ph 5 é 10.000 vezes menos ácido que uma substancia com ph 4. Ou 100.000 vezes menos ácido que uma substância com Ph 3. Ou 1.000.000 de vezes menos ácido que uma substância com Ph 2. O refrigerante tem Ph 2,5!!

Apresento o melhor purificador e ionizador de água para uso domiciliar do mercado brasileiro ! 

         

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Água Antioxidante com Ph 9. Reduz os efeitos da Oxidação e reduz os Radicais Livres ! Durabilidade longa dos filtros até a troca, superior a um ano de uso, no caso do Nano.

Ensaio Laboratorial 

  
NOME ACQUA LIVE SUL POSTO/AMOSTRA 003/099276
DATA DE ENTRADA 20/11/2012 19:14 DATA DE COLETA 20/11/2012 19:15
ACQUA LIVE SUL LTDA ME (>)


Tipo de Amostra: Água tratada rede pública (após filtragem)
Coletado: 20/11/2012 Recebido: 20/11/2012
Responsável pela Coleta: Toxilab
   
pH

Resultado: 8,80 Valor Máximo Permitido: 6,0 a 9,5
Método: Potenciométrico
Faixa de Indicação: 0 a 14
Identificação da Amostra: Sistema filtrante Acqua Live

Coliformes Totais Ausência em 100 mL Ausência em 100 mL Substrato enzimático ONPG-MUG
Escherichia coli Ausência em 100 mL Ausência em 100 mL Substrato enzimático ONPG-MUG

CLORO RESIDUAL LIVRE
Resultado: nd mg/L Valor Máximo Permitido: 5 mg/L
Método: Comparativo
Limite de detecção: 0,1 mg/L

FLUORETO
Resultado: 0,13 mg/L Valor Máximo Permitido: 1,5 mg/L
Método: Cromatografia Iônica
Limite de detecção: 0,02 mg/L

NITRATO
Resultado: 0,78 mg/L Valor Máximo Permitido: 10 mg/L
Método: Cromatografia Iônica
Limite de detecção: 0,03 mg/L

CÁLCIO
Resultado: 7,3 mg/L Valor Máximo Permitido: -- mg/L
Método: ICP-OES
Limite de detecção: 0,0046 mg/L

MAGNÉSIO
Resultado: 59,0 mg/L Valor Máximo Permitido: -- mg/L
Método: ICP-OES
Limite de detecção: 0,0048 mg/L

POTÁSSIO
Resultado: 9,6 mg/L Valor Máximo Permitido: -- mg/L
Método: ICP-OES
Limite de detecção: 0,061 mg/L

Potencial Redox : 61 mV Valor Máximo Permitido -- mV
Método: Eletrometria

  


Aumenta o Poder da Hidratação e Absorção dos Nutrientes e Oxigênio Pelas Células !         
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As propriedades físico químicas da água saudável e Perfeita Para a Saúde.


   1 - ALCALINIDADE 


       O PH ou o potencial de hidrogeniônico é uma escala de medida que mede o grau de acidez ou de alcalinidade da água. O valor do PH de uma solução pode ser estimado conhecendo-se a concentração de íons de hidrogênio H+ (ácido) ou íons OH- (base ou alcalino). Os íons são moléculas que ganham ou perdem elétrons nas ligações químicas. As hidroxilas OH - são antioxidantes.



  Os íons com carga positivas tem carência de elétrons, precisam fazer parelhamento eletrônico para ficarem estáveis. Quanto mais carga positiva, mais ácido é uma água. Os íons com carga negativa tem excesso de elétrons, por isso estas moléculas podem doar elétrons, portanto são ant-oxidantes. Quanto mais íons com carga negativa, mais alcalino é a água.



     São chamados de alcalis as moléculas que liberam única e exclusivamente íons de hidroxila ou oxidrila (OH-), de carga negativa em solução aquosa. Quantos mais OH negativo no meio aquoso, maior será o Ph.   

               
       Os alcalis são por natureza doadores de elétrons Por esta razão reduzem os radicais livres, através do processo natural das ligações químicas, chamadas de ionização. Quanto mais alcalino, mais hidroxilas com carga negativa terá uma água, e mais ant-oxidante ela será. Esse potencial ( ORP ) é medida em Mv (milivolts) e deve ser negativo. Por esta razão a Acqualive apresenta uma água com PH 9.6, ORP negativo em - 200 Mv, resultando numa água com ph equilibrado. O resultado é uma água leve, mais hidratante por ser quimicamente organizada na estrutura exagonal, com auto poder de pureza, boa condutibilidade elétrica, alto poder de absorção de nutrientes, aumenta a oxigenação, fortalecendo o sistema imunológico.

    Assim, a escala de medição do PH varia de 0 a 14, tendo o 7 como o valor neutro ( não perde nem ganha elétrons), o 0 como acidez máxima e o 14 com alcalinidade máxima.

0 1 2 3 4 5 6………………..7……………. 8 9 10 11 12 13 14
Ácido…………………….Neutro…………. Alcalino………….


     A escala do pH é logarítmica, assim, cada passo é dez vezes maior que o anterior. Em outras palavras, um pH de 4.0 é 10 vezes mais ácido que 5.0, 100 vezes mais ácido que 6.0 e 1.000 vezes mais ácido que 7.0. Quanto mais ácido, maior é a concentração de moléculas livres com cargas elétricas positivas (hidratos H+). O excesso de moléculas livres causam danos na estrutura celular e no material genético, na medida em que roubam elétrons das células emparelhadas. É o efeito da oxidação. As moléculas naturalmente procuram formar par com outras de carga oposta para ficarem em equilíbrio. 
                                                                                                 
                           

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O cientista alemão, médico Dr. Otto Heinrich Warburg ( 1883 - 1970), ganhou o prêmio nobel de medicina de 1931 por descobrir a causa primária do câncer : Criar no nosso organismo um ambiente de acidez.




               

       Na sua obra " O metabolismo dos tumores " Diz :

       "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem oxigênio"

     "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."

   "Os tecidos cancerosos são ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos"

        "Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio".
                          

                  

     2 - Agua alcalina é poderoso anti-oxidante (REDOX) : As moléculas procuram por força da natureza formar^par, através das das ligações iônicas, compartilhando elétrons, para produzirem adequadamente energia no interior das células. Estas reações químicas em equilíbrio é de vital importância para a regulação do metabolismo. Água alcalina reduzida libera moléculas de íons com carga elétrica negativa (h-), promovendo redução das moléculas com carga positiva em excesso. A ionização diminui o problema da ação dos radicais livres, que reagem destruindo as outras moléculas agrupadas em par numa reação em cadeia. Os radicais livres por essa razão são oxidantes. Oxidação é a ação das moléculas simples de oxigênio, que resultam no  envelhecimento e destruição precosse das células, levando a doenças degenerativas como diabetes, aterosclerose, osteoporose, câncer etc. .

       3 - Vantagens para a saúde do consumo de água alcalina reduzida em vez da água ácida :
       

1 -   Neutraliza ácidos :  Água alcalina dilui os níveis de ácido no corpo de forma eficaz com o aumento do pH, por estimular a produção natural de bicarbonato de sódio. Ambientes alcalinos no corpo ajudam a manter a função celular saudável e a prevenir doença.

2 - Remove toxinas : Estamos intoxicados por causa da comida processada, rica em açúcar, aditivos químicos, hormônios, gordura saturada de fritura aumentam as toxinas no corpo humano. Água e alimentos ligeiramente alcalinos ajudam os rins e fígado a funcionar melhor para eliminar as toxinas. 

3 - Ajuda a prevenir e tratar a azia : Azia é causada pelo ácido do estômago ao entrar no esófago e garganta. Água alcalina ajuda a neutralizar a acidez do estômago, alivia e cura eficazmente a azia , por manter os níveis de ácido clorídrico nos níveis normais.

4 - Alívio da artrite : Água alcalina ajuda a reduzir a inflamação nas articulações e aliviar a dor, por ser uma doença acídica, de ambiente ácido. Também ajuda a hidratar as articulações, e mantê-las lubrificadas de forma mais eficaz do que a água da torneira ou simplesmente filtrada.

5 - Previne a osteoporose : Água alcalina rica em minerais ajuda os ossos a absorver os nutrientes necessários para manter a estrutura óssea saudável e forte. Também é acreditado para ajudar a parar a lixiviação de minerais dos osso causado pela dieta moderna que provoca osteoporose por ser acídica.

6 - Evita a desidratação : Água alcalina é acreditado para hidratar mais eficazmente do que a água da torneira ou de poço, do tipo comum. Ela penetra em células e veias mais capilosas mais facilmente devido as moléculas da água estarem agrupadas em estruturas menores, como a exagonal, podendo prevenir infarto e AVC e melhorar a oxigenação e a nutrição. 

7 - Retarda o processo de envelhecimento : Muitos acreditam que a água alcalina é um dos segredo para a fonte da juventude, pelas propriedades antoxidante e estimula o sistema imunológico, prevenindo e tratando melhor as doenças.

8 - Aumenta o metabolismo : Água alcalina fornece um ambiente melhor para as células absorverem os nutrientes e queimá-los para a energia, podendo facilitar a diminuição do peso corportal. 

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     De acordo com o geólogo Solon Barrozo Barreto, de Alagoas, a água mineral de boa qualidade precisa ter PH entre 7,0 e 7,5. Ele explica que: “ O sangue humano de uma pessoa sadia tem o pH de 7,4 e contém de 90 a 95% de água. Nosso corpo tenta a todo custo e esforço manter o pH sanguíneo com o valor de 7.4, quando há excesso de acidez, extraindo minerais alcalinos do organismo como ossos para manter o pH equilibrado, causando artrose ou osteoporose. Quando não consegue equilibrar o pH, nosso corpo torna-se ácido e propenso à infestação por parasitas e todos os males que eles trazem, por se adaptarem bem num meio ácido. Um pH levemente alcalino do sangue aumenta a oxigenação das células e a imunidade, uma vez que, vírus e bactérias precisam de um meio ácido para sobreviver. Assim como o fogo precisa de oxigênio para existir, os vírus e bactérias necessitam de um meio ácido para se manterem vivos”.

  Como testar em casa o Ph da água :

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